sexta-feira, 30 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS - INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO - EXPOSITORA: BETH ROSADO - 30-08-2013

http://youtu.be/RZRbTTPJWTw

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "ENTENDAMOS O BEM" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 30-08-2013

http://youtu.be/fWUSAhC4ShM

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

OLHOS

       “Eles têm os olhos cheios de adultério.” — (2ª EPÍSTOLA A PEDRO, CAPÍTULO 2, VERSÍCULO 14.)

“Olhos cheios de adultério” constituem rebelde enfermidade em nossas lutas evolutivas.
Raros homens se utilizam dos olhos por lâm­padas abençoadas e poucos os empregam como ins­trumentos vivos de trabalho santificante na vigília necessária.
A maioria das criaturas trata de aproveitá-los, àfrente de quaisquer paisagens, na identificação do que possuem de pior.
Homens comuns, habitualmente, pousam os olhos em determinada situação apenas para fixarem os ân­gulos mais apreciáveis aos interesses inferiores que lhes dizem respeito. Se atravessam um campo, não lhe anotam a função benemérita nos quadros da vida coletiva e sim a possibilidade de lucros pessoais e imediatos que lhes possa oferecer. Se enxergam a irmã afetuosa de jornada humana, que segue não longe deles, premeditam, quase sempre, a organiza­ção de laços menos dignos. Se encontram compa­nheiros nos lugares em que atendem a objetivos inferiores, não os reconhecem como possíveis porta­dores de idéias elevadas, porém como concorrentes aos seus propósitos menos felizes.
Ouçamos o brado de alarme de Simão Pedro, esquecendo o hábito de analisar com o mal.
Olhos otimistas saberão extrair motivos sublimes de ensinamento, nas mais diversas situações do ca­minho em que prosseguem.

Ninguém invoque a necessidade de vigilância para justificar as manifestações de malícia. O homem cristianizado e prudente sabe contemplar os proble­mas de si mesmo, contudo, nunca enxerga o mal onde o mal ainda não existe.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

TEMA LIVRE - PERGUNTAS E RESPOSTAS - JDE - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 29-08-2013

http://youtu.be/J6yp5fPWMBI

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

DE MADRUGADA

       “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro, de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra removida do sepulcro.” — (JOÃO, CAPÍTULO 20, VERSÍCULO 1.)

Não devemos esquecer a circunstância em que Maria de Magdala recebe a primeira mensagem da ressurreição do Mestre.
No seio de perturbações e desalentos da pe­quena comunidade, a grande convertida não perde tempo em lamentações estéreis nem procura o sono do esquecimento.
Os companheiros haviam quebrado o padrão de confiança. Entre o remorso da própria defecção e a amargura pelo sacrifício do Salvador, cuja lição sublime ainda não conseguiam apreender, confun­diam-se em atitudes negativas. Pensamentos contra­ditórios e angustiados azorragavam-lhes os corações.
Madalena, contudo, rompe o véu de emoções dolorosas que lhe embarga os passos. É imprescin­dível não sucumbir sob os fardos, transformando-os, acima de tudo, em elemento básico na construção espiritual, e Maria resolve não se acovardar, ante a dor. Porque o Cristo fora imolado na cruz, não seria lícito condenar-lhe a memória bem-amada ao olvido ou à indiferença.
Vigilante, atenta a si mesma, antes de qualquer satisfação a velhos convencionalismos, vai ao encon­tro do grande obstáculo que se constituía do sepulcro, muito cedo, precedendo o despertar dos próprios amigos e encontra a radiante resposta da Vida Eterna.

Rememorando esse acontecimento simbólico, re­cordemos nossas antigas quedas, por havermos es­quecido o “primeiro dia da semana”, trocando, em todas as ocasiões, o “mais cedo” pelo “mais tarde”.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS EXPONTÂNEAS - BETH ROSADO - 28-08-2013

http://youtu.be/gYyeUCmHBoc

LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP. 23 - "DA OBSESSÃO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 28-08-2013

http://youtu.be/StBZXwzTCRo

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

ENTENDIMENTO

“Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento.” — Paulo. (ROMANOS, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 2.)

Quando nos reportamos ao problema da trans­formação espiritual, a comunidade dos discípulos do Evangelho concorda conosco, quanto a semelhante necessidade, mas nem todos demonstram perfeita compreensão do assunto.
No fundo, todos anelam a modificação, no en­tanto, a maioria não aspira senão à mudança de classificação convencional.
Os menos favorecidos pelo dinheiro buscam es­calar o domínio das possibilidades materiais, os de­tentores de tarefas humildes pleiteiam as grandes posições e, num crescendo desconcertante, quase todos pretendem a transformação indébita das opor­tunidades a que se ajustam, mergulhando na desor­dem inquietante. A renovação indispensável não é a de plano exterior flutuante.
Transformar-se-á o cristão devotado, não pelos sinais externos, e sim pelo enten­dimento, dotando a própria mente de nova luz, em novas concepções.
Assim como qualquer trabalho terrestre pede a sincera aplicação dos aprendizes que a ele se dedi­cam, o serviço de aprimoramento mental exige cons­tância de esforço no bem e no conhecimento.
Ainda aqui, é forçoso reconhecer que a disciplina entrará com fatores decisivos.
Não te cristalizes, pois, em falsas noções que já te prejudicaram o dia de ontem.
Repara a estrutura dos teus raciocínios de agora, ante as circunstâncias que te rodeiam.

Pergunta a ti próprio quanto ganhaste no Evangelho para analisar retamente esse ou aquele acontecimento de teu ca­minho. Faze isto e a Bondade do Senhor te auxiliará na esclarecedora resposta a ti mesmo.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - CAUSA E NATUREZA DA CLARIVIDÊNCIA SONAMBÚLICA - ANDRÉ LUIZ - 27-08-2013

http://youtu.be/VmSS3AIIKR0

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

CURA DO ÓDIO


“Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça.” — Paulo. (ROMANOS, 12, VERSÍCULO 20.)

       O homem, geralmente, quando decidido ao ser­viço do bem, encontra fileiras de adversários gratui­tos por onde passe, qual ocorre à claridade invaria­velmente assediada pelo antagonismo das sombras.
       Às vezes, porém, seja por equívocos do passado ou por incompreensões do presente, é defrontado por inimigos mais fortes que se transformam em cons­tante ameaça à sua tranqüilidade.
       Contar com inimigo desse jaez é padecer dolorosa enfermidade no íntimo, quando a criatura ainda não se afeiçoou a experiên­cias vivas no Evangelho.
       Quase sempre, o aprendiz de boa-vontade de­senvolve o máximo das próprias forças a favor da reconciliação; no entanto, o mais amplo esforço pa­rece baldado. A impenetrabilidade caracteriza o co­ração do outro e os melhores gestos de amor passam por ele despercebidos.
Contra essa situação, todavia, o Livro Divino oferece receita salutar. Não convém agravar atritos, desenvolver discussões e muito menos desfazer-se a criatura bem-intencionada em gestos bajulatórios. Espere-se pela oportunidade de manifestar o bem.
Desde o minuto em que o ofendido esquece a dissensão e volta ao amor, o serviço de Jesus é reatado; entretanto, a visão do ofensor é mais tardia e, em muitas ocasiões, somente compreende a nova luz, quando essa se lhe converte em vantagem ao círculo pessoal.

Um discípulo sincero do Cristo liberta-se facil­mente dos laços inferiores, mas o antagonista de ontem pode persistir muito tempo, no endurecimento do coração. Eis o motivo pelo qual dar-lhe todo o bem, no momento oportuno, é amontoar o fogo re­novador sobre a sua cabeça, curando-lhe o ódio, cheio de expressões infernais.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP. 23 - "DA OBSESSÃO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 26-08-2013

http://youtu.be/l8TeHn7nI0c

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

FALSOS DISCURSOS

       “E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.” — (TIAGO. CAPÍTULO 1, VERSÍCULO 22.)

Nunca é demasiado comentar a importância e o caráter sagrado da palavra.
O próprio Evangelho assevera que no princípio era o Verbo, e quem examine atentamente a posição atual do mundo reconhecerá que todas as situações difíceis se originam do poder verbalista mal aplicado.
Falsos discursos enganaram indivíduos, famílias e nações. Acreditaram alguns em promessas vãs, ou­tros em teorias falaciosas, outros, ainda, em pers­pectivas de liberdade sem obrigações. E raças, agru­pamentos e criaturas, identificando a ilusão, atri­tam-se, mutuamente, procurando a paternidade das culpas.
Muito sangue e muita lágrima tem custado a criação do verbo humano. Impossível, por agora, computar esse preço doloroso ou determinar quanto tempo se fará necessário ao resgate preciso.
No turbilhão de lutas, todavia, o amigo do Cristo pode valer-se do tesouro evangélico, em proveito de sua esfera individual.
Cumprir a palavra do Mestre em nós é o pro­grama divino. Sem a execução desse plano de sal­vação, os demais serviços sob nossa responsabilidade Constituirão sublimada teologia, raciocínios brilhantes, magnífica literatura, muita admiração e respeito do campo inferior do mundo, mas nunca a realização necessária.
Eis o motivo pelo qual é sempre perigoso esta­cionar, no caminho, a ouvir quem foge à realidade de nossos deveres.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

LIVRO DOS ESPÍRITOS - RESUMO TEÓRICO DO SONAMBULISMO, DO ÊXTASE E DA DUPLA VISTA - BETH ROSADO - 23-08-2013

http://youtu.be/nIQxXgJXvxE

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "GUARDEMOS O CUIDADO " - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 23-08-2013

http://youtu.be/TaL5Ddyi8Y0

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

O DIABO

       “Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós, os doze? e um de vós é diabo.” — (JOÃO, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 70.)

Quando a teologia se reporta ao diabo, o crente imagina, de imediato, o senhor absoluto do mal, dominando num inferno sem-fim.
Na concepção do aprendiz, a região amaldiçoa­da localiza-se em esfera distante, no seio de tormen­tosas trevas...
Sim, as zonas purgatoriais são inúmeras e som­brias, terríveis e dolorosas, entretanto, consoante a afirmativa do próprio Jesus, o diabo partilhava os serviços apostólicos, permanecia junto dos aprendizes e um deles se constituíra em representação do pró­prio gênio infernal. Basta isto para que nos infor­memos de que o termo “diabo” não indicava, no conceito do Mestre, um gigante de perversidade, poderoso e eterno, no espaço e no tempo. Designa o próprio homem, quando algemado às torpitudes do sentimento inferior.
Daí concluirmos que cada criatura humana apre­senta certa percentagem de expressão diabólica na parte inferior da personalidade.
Satanás simbolizará então a força contrária ao bem.
Quando o homem o descobre, no vasto mundo de si mesmo, compreende o mal, dá-lhe combate, evita o inferno íntimo e desenvolve as qualidades divinas que o elevam à espiritualidade superior.
Grandes multidões mergulham em desesperas seculares, porque não conseguiram ainda identificar semelhante verdade.

E, comentando esta passagem de João, somos compelidos a ponderar: — “Se, entre os doze após­tolos, um havia que se convertera em diabo, não obstante a missão divina do círculo que se destinava à transformação do mundo, quantos existirão em cada grupo de homens comuns na Terra?”

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - CAUSA E NATUREZA DA CLARIVIDÊNCIA SONAMBÚLICA - ANDRÉ LUIZ - 22-08-2013

http://youtu.be/kMPpT09T_sE

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

AGRADECER

       “E sede agradecidos.” — Paulo. (COLOSSENSES, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 15.)

É curioso verificar que a multidão dos aprendi­zes está sempre interessada em receber graças, en­tretanto, é raro encontrar alguém com a disposição de ministrá-las.
Os recursos espirituais, todavia, em sua movi­mentação comum, deveriam obedecer ao mesmo sis­tema aplicado às providências de ordem material.
No capitulo de bênçãos da alma, não se deve receber e gastar, insensatamente, mas recorrer ao critério da prudência e da retidão, para que as possi­bilidades não sejam absorvidas pela desordem e pela injustiça.
É por isso que, em suas instruções aos cristãos de Colossos, recomenda o apóstolo que sejamos agra­decidos.
Entre os discípulos sinceros, não se justifica o velho hábito de manifestar reconhecimento em frases bombásticas e laudatórias. Na comunidade dos tra­balhadores fiéis a Jesus, agradecer significa aplicar proveitosamente as dádivas recebidas, tanto ao pró­ximo, quanto a si mesmo.
Para os pais amorosos, o melhor agradecimento dos filhos consiste na elevada compreensão do traba­lho e da vida, de que oferecem testemunho.
Manifestando gratidão ao Cristo, os apóstolos lhe foram leais até ao último sacrifício; Paulo de Tarso recebe o apelo do Mestre e, em sinal de alegria e de amor, serve à Causa Divina, através de sofri­mentos inomináveis, por mais de trinta anos suces­sivos.

Agradecer não será tão-somente problema de palavras brilhantes; é sentir a grandeza dos gestos, a luz dos benefícios, a generosidade da confiança e corresponder, espontaneamente, estendendo aos outros os tesouros da vida.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS EXPONTÂNEAS - BETH ROSADO - 21-08-2013

http://youtu.be/LRc2RS5B_OE

LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP. 23 - "DA OBSESSÃO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 21-08-2013

http://youtu.be/9FSg55HBF7I

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

MANIFESTAÇÕES ESPIRITUAIS

       “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 12, VERSÍCULO 7.)

       Com a revivescência do Cristianismo puro, nos agrupamentos do Espiritismo com Jesus, verifica-se idêntica preocupação às que torturavam os aprendi­zes dos tempos apostólicos, no que se refere à mediu­nidade.
       A maioria dos trabalhadores na evangelização inquieta-se pelo desenvolvimento imediato de faculda­des incipientes.
       Em determinados centros de serviço, exigem-se realizações superiores às possibilidades de que dis­põem; em outros, sonha-se com fenômenos de grande alcance.
       O problema, no entanto, não se resume a aqui­sições de exterior.
       Enriqueça o homem a própria iluminação Intima, intensifique o poder espiritual, através do conheci­mento e do amor, e entrará na posse de tesouros eternos, de modo natural.
Muitos aprendizes desejariam ser grandes viden­tes ou admiráveis reveladores, embalados na pers­pectiva de superioridade, mas não se abalançam nem mesmo a meditar no suor da conquista sublime.
Inclinam-se aos proventos, mas não cogitam do esforço. Nesse sentido, é interessante recordar que Simão Pedro, cujo espírito se sentia tão bem com o Mestre glorioso no Tabor, não suportou as angústias do Amigo flagelado no Calvário.

É justo que os discípulos pretendam o engran­decimento espiritual, todavia, quem possua faculdade humilde não a despreze porque o irmão mais próximo seja detentor de qualidades mais expressivas. Tra­balhe cada um com o material que lhe foi confiado, convicto de que o Supremo Senhor não atende, no problema de manifestações espirituais, conforme o capricho humano, mas, sim, de acordo com a utili­dade geral.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DOS HOMENS DUPLOS E DAS APARIÇÕES DE PESSOAS VIVAS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 20-08-2013

 http://youtu.be/k8VeTHc6SIU

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

VÓS, QUE DIZEIS?
      
       “E perguntou-lhes: E vós, quem dizeis que eu sou?” — (LUCAS,  CAPÍTULO 9, VERSÍCULO 20.)

Nas discussões propriamente do mundo, existirão sempre escritores e cientistas dispostos a examinar o Mestre, na pauta de suas impressões puramente intelectuais, sob os pruridos da presunção humana.
Esses amigos, porém, não tiveram contacto com a alma do Evangelho, não superaram os círculos aca­dêmicos e nem arriscam títulos convencionais, numa excursão desapaixonada através da revelação divina; naturalmente, portanto, continuarão enganados pela vaidade, pelo preconceito ou pelo temor que lhes são peculiares ao transitório modo de ser, até que se lhes renove a experiência nas estradas da vida imperecível.
Entretanto, na intimidade dos aprendizes since­ros e fiéis, a pergunta de Jesus reveste-se de singular importância.
Cada um de nós deve possuir opiniões próprias, relativamente à sabedoria e à misericórdia com que temos sido agraciados.
Palestras vãs, acerca do Cristo, quadram bem apenas a espíritos desarvorados no caminho da vida. A nós outros, porém, compete o testemunho da in­timidade com o Senhor, porque somos usufrutuários diretos de sua infinita bondade. Meditemos e reno­vemos aspirações em seu Evangelho de Amor, com­preendendo a impropriedade de mútuas interpelações, com respeito ao Mestre, porque a interrogação su­blime vem d'Ele a cada um de nós e todos necessi­tamos conhecê-lo, de modo a assinalá-lo em nossas tarefas de cada dia.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP. 23 - "DA OBSESSÃO" - POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 19-08-2013

http://youtu.be/ok5uNcfPAEo

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

A GRANDE LUTA

       “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”- Paulo. (EFÉSIOS, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 12.)

Segundo nossas afirmativas reiteradas, a grande luta não reside no combate com o sangue e a carne, propriamente, mas sim com as nossas disposições espirituais inferiores.
Paulo de Tarso agiu divinamente inspirado, quando escreveu sua recomendação aos companheiros de Éfeso.
O silencioso e incessante conflito entre os discípulos sinceros e as forças da sombra está vinculado em nossa própria natureza, porquanto nos acumpliciávamos abertamente com o mal, em passado não remoto.
Temos sido declarados participantes das ações delituosas nos lugares celestiais.
E, ainda hoje, entre os fluidos condensados da carne ou nas esferas que lhes são próximas, agimos no serviço de auto-restauração em pleno paraíso.
A Terra é, igualmente, sublime degrau do Céu.
Quando alguém se reporta aos anjos caídos, os ouvintes humanos guardam logo a impressão de um palácio soberbo e misterioso, de onde se expulsam criaturas sábias e luminosas.
Não se verifica o mesmo, quando um homem culto se entrega ao assassínio, à frente de uma universidade ou de um templo?
Geralmente o observador terrestre relaciona o crime, não se detendo, porém, no exame do lugar sagrado e venerável em que se consumou.
A grande luta, a que o Apóstolo se refere, prossegue sem descanso.
As cidades e as edificações humanas são zonas celestiais. Nem elas e nem as células orgânicas que nos servem, constituem os poderosos inimigos, e, sim, as “hastes espirituais da maldade”, com as quais nos sintonizamos através dos pontos inferiores que conservamos desesperadamente conosco, vastas arregimentações de seres e pensamentos sombrios que obscurecem a visão humana, e que operam com sutileza, de modo a não perderem os ativos companheiros de ontem.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS - DUPLA VISTA - EXPOSITORA: BETH ROSADO - 16-08-2013

http://youtu.be/7UUT8fjf9Wg

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "ERGUER E AJUDAR " - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 16-08-2013

http://youtu.be/E7v5pvL41-8

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

A POSSE DO REINO


       “Confirmando os ânimos dos dis­cípulos, exortando-os a permanecer na fé, e dizendo que por muitas tri­bulações nos importa entrar no reino de Deus.” — (ATOS, CAPÍTULO 14, VERSÍCULO 22.)

O Evangelho a ninguém engana, em seus ensi­namentos.
É vulgar a preocupação dos crentes tentando subornar as forças divinas. Não será, no entanto, ao preço de muitas missas, muitos hinos ou muitas ses­sões psíquicas que o homem efetuará a sublime aqui­sição de espiritualidade excelsa.
Naturalmente, toda prática edificante deve ser aproveitada por elemento de auxilio, no entanto, com­pete a cada individualidade humana o esforço ilumi­nativo.
A Boa Nova não distribui indulgências a preço do mundo e a criatura encontra inúmeros caminhos para a ascensão.

Templos e instrutores se multiplicam e cada qual oferece parcelas de socorro ou assistência, no serviço de orientação; contudo, a entrada e posse na herança eterna se verificará através de justos testemunhos.

Isto não é acidental. É medida lógica e neces­sária.
Não se improvisam estátuas raras, sem golpes de escopro, como não se colhe trigo sem campo lavrado.
Não poucos aprendizes costumam interpretar certas advertências do Evangelho por excesso de exortação ao sofrimento, no entanto, o que lhes pa­rece obsessão pela dor é imperativo de educação da alma para a vida imperecível.
Homem algum encontrará o estuário infinito das energias divinas, sem o concurso das tribulações da Terra.
Personalidade sem luta, na Crosta Planetária, é alma estreita. Somente o trabalho e o sacrifício, a dificuldade e o obstáculo, como elementos de pro­gresso e auto-superação, podem dar ao homem a verdadeira notícia de sua grandeza.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DOS HOMENS DUPLOS E DAS APARIÇÕES DE PESSOAS VIVAS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 15-08-2013

http://youtu.be/nvFh652qJCs

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

GOVERNO INTERNO

       “Antes subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pre­gando aos outros, eu mesmo não venha de algum modo a ficar repro­vado.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 9, VERSÍCULO 27.)

Efetivamente, o corpo é miniatura do Universo.
É imprescindível, portanto, saber governá-lo. Representação em material terrestre da personalidade espiritual, é razoável esteja cada um atento às suas disposições. Não é que a substância passiva haja adquirido poder superior ao da vontade humana, todavia, é imperioso reconhecer que as tendências inferiores procuram subtrair-nos o poder de domínio.
É indispensável esteja cada homem em dia com o governo de si mesmo.
A vida interior, de alguma sorte, assemelha-se à vida de um Estado. O espírito assume a auto-chefia, auxiliado por vários ministérios, quais os da reflexão, do conhecimento, da compreensão, do respeito e da ordem. As idéias diversas e simultâneas constituem apelos bons ou maus do parlamento íntimo. Existem, no fundo de cada mente, extensas potencialidades de progresso e sublimação, reclamando trabalho.
O governador supremo que é o espírito, no cos­mo celular, redige leis benfeitoras, mas nem sempre mobiliza os órgãos fiscalizadores da própria vontade. E as zonas inferiores continuam em antigas desor­dens, não lhes importando os decretos renovadores que não hostilizam, nem executam. Em se verificando semelhante anomalia, passa o homem a ser um enig­ma vivo, quando se não converte num cego ou num celerado.
Quem espera vida sã, sem autodisciplina, não se distancia muito do desequilíbrio ruinoso ou total.

É necessário instalar o governo de nós mesmos em qualquer posição da vida. O problema fundamen­tal é de vontade forte para conosco, e de boa-vontade para com os nossos irmãos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - "DA OBSESSÃO" - POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 14-08-2013

http://youtu.be/OChWx20vElw

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

O FILHO EGOÍSTA


       “Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo, há tantos anos, sem jamais transgredir um manda­mento teu, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos.” — (LUCAS, CAPÍTULO 15, VERSÍCULO 29.)

A parábola não apresenta somente o filho pró­digo. Mais aguçada atenção e encontraremos o filho egoísta.
O ensinamento velado do Mestre demonstra dois extremos da ingratidão filial. Um reside no esbanja­mento; o outro, na avareza. São as duas extremidades que fecham o círculo da incompreensão humana.
De maneira geral, os crentes apenas enxergaram o filho que abandonou o lar paterno, a fim de viver nas estroinices do escândalo, tornando-se credor de todas as punições; e raros aprendizes conseguiram fixar o pensamento na conduta condenável do irmão que permanecia sob o teto familiar, não menos pas­sível de repreensão.
Observando a generosidade paterna, os senti­mentos inferiores que o animam sobem à tona e ei-lo na demonstração de sovinice.
Contraria-o a vibração de amor reinante no am­biente doméstico; alega, como autêntico preguiçoso, os anos de serviço em família; invoca, na posição de crente vaidoso, a suposta observância da Lei Divina e desrespeita o genitor, incapaz de partilhar-lhe o justo contentamento.
Esse tipo de homem egoísta é muito vulgar nos quadros da vida. Ante o bem-estar e a alegria dos outros, revolta-se e sofre, através da secura que o aniquila e do ciúme que o envenena.

Lendo a parábola com atenção, ignoramos qual dos filhos é o mais infortunado, se o pródigo, se o egoísta, mas atrevemo-nos a crer na imensa infelici­dade do segundo, porque o primeiro já possuía a bênção do remorso em seu favor. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DA OBSESSÃO E DA POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 13-08-2013

http://youtu.be/Pny_dzSE7PI

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

CÉU COM CÉU


       “Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não penetram nem roubam.” — Jesus. (MATEUS, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 20.)

Em todas as fileiras cristãs se misturam ambi­ciosos de recompensa que presumem encontrar, nes­sa declaração de Jesus, positivo recurso de vingança contra todos aqueles que, pelo trabalho e pelo devo­tamento, receberam maiores possibilidades na Terra.
O que lhes parece confiança em Deus é Ódio disfarçado aos semelhantes.
Por não poderem açambarcar os recursos finan­ceiros à frente dos olhos, lançam pensamentos de critica e rebeldia, aguardando o paraíso para a des­forra desejada.
Contudo, não será por entregar o corpo ao labo­ratório da natureza que a personalidade humana encontrará, automaticamente, os planos da Beleza Resplandecente.
Certo, brilham santuários imperecíveis nas esfe­ras sublimadas, mas é imperioso considerar que, nas regiões imediatas à atividade humana, ainda encon­tramos imensa cópia de traças e ladrões, nas linhas evolutivas que se estendem além do sepulcro.
Quando o Mestre nos recomendou ajuntássemos tesouros no céu, aconselhava-nos a dilatar os valo­res do bem, na paz do coração. O homem que adquire fé e conhecimento, virtude e iluminação, nos recessos divinos da consciência, possui o roteiro celeste. Quem aplica os princípios redentores que abraça, acaba conquistando essa carta preciosa; e quem trabalha diariamente na prática do bem, vive amontoando ri­quezas nos Cimos da Vida.
Ninguém se engane, nesse sentido.
Além da Terra, fulgem bênçãos do Senhor nos Páramos Celestiais, entretanto, é necessário possuir luz para percebê-las.
É da Lei que o Divino se identifique com o que seja Divino, porque ninguém contemplará o céu se acolhe o inferno no coração.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - DA OBSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 12-08-2013

http://youtu.be/YuT9RVGrO94

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

CONTRA A INSENSATEZ

       “Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?” — Paulo. (GÁLATAS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 3.)

Um dos maiores desastres no caminho dos discípulos é a falsa compreensão com que iniciam o esforço na região superior, marchando em sentido inverso para os círculos da inferioridade. Dão, assim, a ideia de homens que partissem à procura de ouro, contentando-se, em seguida, com a lama do charco.
Semelhantes fracassos se fazem comuns, nos vários setores do pensamento religioso.
Observamos enfermos que se dirigem à espiritualidade elevada, alimentando nobres impulsos e tomados de preciosas intenções; conseguida a cura, porém, refletem na melhor maneira de aplicarem as vantagens obtidas na aquisição do dinheiro fácil. Alguns, depois de auxiliados por amigos das esferas sublimadas, em transcendentes questões da vida eterna, pretendem atribuir a esses mesmos benfeitores a função de policiais humanos, na pesquisa de objetivos menos dignos.
Numerosos aprendizes persistem nos trabalhos do bem; contudo, eis que aparecem horas menos favoráveis e se entregam, inertes, ao desalento, reclamando prêmio aos minguados anos terrestres em que tentaram servir na lavoura do Mestre Divino e plenamente despreocupados dos períodos multimilenários em que temos sido servidos pelo Senhor.
Tais anomalias espirituais que perturbam consideravelmente o esforço dos discípulos procedem dos filtros venenosos compostos pelos pruridos de recompensa.
Trabalhemos, pois, contra a expectativa de retribuição, a fim de que prossigamos na tarefa começada, em companhia da humildade, portadora de luz imperecível.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

LIVRO DOS ESPÍRITOS - SONAMBULISMO - BETH ROSADO - 09-08-2013


http://youtu.be/T2tLyZWk4o0

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "A BOA PARTE " - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 09-08-2013

http://youtu.be/sUWgsxvGNPE

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

OS CONTRÁRIOS

       “Que diremos pois à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” — Paulo. (ROMANOS, CAPÍTULO 8, VERSÍCULO 31.)

A interrogação de Paulo ainda representa pre­cioso tema para a comunidade evangélica dos dias que correm.
Perante nosso esforço desdobra-se campo imen­so, onde o Mestre nos aguarda a colaboração re­soluta.
Muitas vezes, contudo, grande número de compa­nheiros prefere abandonar a construção para disputar com malfeitores do caminho.
Elementos adversos nos cercam em toda parte.
Obstáculos inesperados se desenham ante os nossos olhos aflitos, velhos amigos deixam-nos a sós, situações favoráveis, até ontem, são metamorfosea­das em hostilidades cruéis.
Enormes fileiras de operários fogem ao perigo, temendo a borrasca e esquecendo o testemunho.
Entretanto, não fomos situados na obra a fim de nos rendermos ao pânico, nem o Mestre nos enviou ao trabalho com o objetivo de confundir-nos através de experiências dos círculos exteriores.
Fomos chamados a construir.
Naturalmente, deveremos contar com as mil even­tualidades de cada dia, suscetíveis de nascer das for­ças contrárias, dificultando-nos a edificação; nosso dia de luta será assediado pela perturbação e pela fadiga. Isto é inevitável num mundo que tudo espera do cristão genuíno.
Em razão de semelhante imperativo, entre amea­ças e incompreensões da senda, cabe-nos indagar, bem-humorados, à maneira do apóstolo aos gentios: 

— “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

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ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DA OBSESSÃO E DA POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 08-08-2013

http://youtu.be/6lySRLOuywk

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

NÃO TROPECEMOS

       “Jesus respondeu: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz des­te mundo.” — (JOÃO, CAPÍTULO 11, VERSÍCULO 9.)

O conteúdo da interrogativa do Mestre tem vasta significação para os discípulos da atualidade.
“Não há doze horas no dia?”
Conscientemente, cada qual deveria inquirir de si mesmo em que estará aplicando tão grande ca­bedal de tempo.
Fala-se com ênfase do problema de desempre­gados na época moderna. Entretanto, qualquer crise nesse sentido não resulta da carência de trabalho e, sim, da ausência de boa vontade individual.
Um inquérito minucioso nesse particular revela­ria a realidade. Muita gente permanece sem atividade por revolta contra o gênero de serviço que lhe é oferecido ou por inconformação, em face dos salários.
Sobrevém, de imediato, o desequilíbrio.
A ociosidade dos trabalhadores provoca a vigi­lância dos mordomos e as leis transitórias do mundo refletem animosidade e desconfiança.
Se os braços estacionam, as oficinas adormecem. Ocorre o mesmo nas esferas de ação espiritual. Quantos aprendizes abandonam seus postos, ale­gando angústia de tempo? quantos não se transferem para a zona da preguiça, porque aconteceu isso ou aquilo, em pleno desacordo com os princípios supe­riores que abraça?
E, por bagatelas, grande número de servidores vigorosos procuram a retaguarda cheia de sombras. Mas aquele que conserva acuidade auditiva ainda escuta com proveito a palavra do Senhor: 

       - Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia não tropeça.”

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS EXPONTÂNEAS - BETH ROSADO - 07-08-2013

http://youtu.be/6mQT-ZgSZTA

LIVRO DOS MÉDIUNS - DA MEDIUNIDADE DOS ANIMAIS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 07-08-2013


http://youtu.be/D8oks9N4Xdg

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

DE QUE MODO?

       “Que quereis? irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?” — Paulo. 
(1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 4, VERSÍCULO 21.)

Por vezes, o apóstolo dos gentios, inflamado de sublimes inspirações, trouxe aos companheiros in­terrogativas diretas, quase cruéis, se consideradas tão-somente em sentido literal, mas portadoras de realidade admirável, quando vistas através da luz im­perecível.
Em todas as casas cristãs vibram irradiações de amor e paz. Jesus nunca deixou os seguidores fiéis esquecidos, por mais separados caminhem no terreno das interpretações.
Emissários abnegados do devotamento celestial espalham socorro santificante em todas as épocas da Humanidade. A História é demonstração dessa verdade inconteste.
A nenhum século faltaram missionários legítimos do bem.
Promessas e revelações do Senhor chegam aos portos do conhecimento, através de mil modos.
Os aprendizes que ingressaram nas fileiras evan­gelicas, portanto, não podem alegar ignorância de objetivo a fim de esconderem as próprias falhas. Cada qual, no lugar que lhe compete, já recebeu o progra­ma de serviço que lhe cabe executar, cada dia. Se fogem ao trabalho e se escapam ao testemunho, de­vem semelhante anomalia à própria vontade para­lítica.
Eis por que é possível surja um momento em que o discípulo ocioso e pedinchão poderá ouvir o Mestre, sem intermediários, exclamando de igual modo: 
— “Que quereis? irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?”