terça-feira, 7 de outubro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
CHAMADA E ESCOLHA
Cap. XVIII – Item 1
Sem flor não há semente.
Mas se a flor prepara, só a semente permanece.
Sem instrução, a máquina é segredo.
Mas se a instrução avisa, só a máquina produz.
Sem convicção, a atitude não aparece.
Mas se a convicção indica, só a atitude define.
Sem programa, o trabalho se desordena.
Mas se o programa sugere, só o trabalho realiza.
Sem teoria, a experiência não se expressa.
Mas se a teoria estuda, só a experiência marca.
Sem lição, o exercício não vale
Mas se a lição esclarece, só o exercício demonstra.
Sem ensinamento, a obra não surge.
Mas se o ensinamento aconselha, só a obra convence.
Disse Jesus, referindo-se à Divina Ascensão:
“Serão muitos os chamados e poucos os escolhidos para o reino dos céus.”
Isso quer dizer que, sem chamada não há escolha.
Mas se estamos claramente informados de que a chamada vem de Deus, atingindo todas as criaturas na hora justa da evolução, só a escolha, que depende do nosso exemplo, nos confere caminho para a Vida Maior.
Emmanuel
Cap. XVIII – Item 1
Sem flor não há semente.
Mas se a flor prepara, só a semente permanece.
Sem instrução, a máquina é segredo.
Mas se a instrução avisa, só a máquina produz.
Sem convicção, a atitude não aparece.
Mas se a convicção indica, só a atitude define.
Sem programa, o trabalho se desordena.
Mas se o programa sugere, só o trabalho realiza.
Sem teoria, a experiência não se expressa.
Mas se a teoria estuda, só a experiência marca.
Sem lição, o exercício não vale
Mas se a lição esclarece, só o exercício demonstra.
Sem ensinamento, a obra não surge.
Mas se o ensinamento aconselha, só a obra convence.
Disse Jesus, referindo-se à Divina Ascensão:
“Serão muitos os chamados e poucos os escolhidos para o reino dos céus.”
Isso quer dizer que, sem chamada não há escolha.
Mas se estamos claramente informados de que a chamada vem de Deus, atingindo todas as criaturas na hora justa da evolução, só a escolha, que depende do nosso exemplo, nos confere caminho para a Vida Maior.
Emmanuel
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
ESCOLA DA BENCAO
Cap. XV – Item 4
Sofres cansaço da vida, dissabores domésticos, deserção de amigos, falta de alguém...
Por isso, acordaste sem paciência, tentando esquecer.
Procuraste espetáculos públicos que te não distraíram e usaste comprimidos repousantes que não te anestesiaram o coração.
Entretanto, para teu reconforto, pelo menos uma vez por semana, sai de ti mesmo e busca na caridade a escola da bênção.
Em cada compartimento aprenderás diversas lições ao contacto daqueles que lêem na cartilha das dores que desconheces.
Surpreenderás o filme real da angústia no martírio silencioso dos que jazem num catre de espinhos, sem se queixarem, e a emocionante novela das mães sozinhas que ofertam, gemendo, aos filhos nascituros a concha do próprio seio como prato de lágrimas.
Fitarás homens tristes, suando penosamente por singela fatia de pão, como atletas perfeitos do sofrimento, e os que disputam valorosamente com os animais um lugar de repouso ao pé de ruínas em abandono.
Observarás, ainda mais, os paralíticos que sonham com a alegria de se arrastarem, os que se vestem de chagas esfogueantes, suplicando um momento de alívio, os que choram mutilações trazidas do berço e os que vacilam, desorientados, na noite total da loucura.
Ver-te-ás, então, consolado, estendendo consolo, e, ajustado a ti mesmo, volverás ao conforto da própria casa, murmurando, feliz:
– Obrigado, meu Deus!
Meimei
Cap. XV – Item 4
Sofres cansaço da vida, dissabores domésticos, deserção de amigos, falta de alguém...
Por isso, acordaste sem paciência, tentando esquecer.
Procuraste espetáculos públicos que te não distraíram e usaste comprimidos repousantes que não te anestesiaram o coração.
Entretanto, para teu reconforto, pelo menos uma vez por semana, sai de ti mesmo e busca na caridade a escola da bênção.
Em cada compartimento aprenderás diversas lições ao contacto daqueles que lêem na cartilha das dores que desconheces.
Surpreenderás o filme real da angústia no martírio silencioso dos que jazem num catre de espinhos, sem se queixarem, e a emocionante novela das mães sozinhas que ofertam, gemendo, aos filhos nascituros a concha do próprio seio como prato de lágrimas.
Fitarás homens tristes, suando penosamente por singela fatia de pão, como atletas perfeitos do sofrimento, e os que disputam valorosamente com os animais um lugar de repouso ao pé de ruínas em abandono.
Observarás, ainda mais, os paralíticos que sonham com a alegria de se arrastarem, os que se vestem de chagas esfogueantes, suplicando um momento de alívio, os que choram mutilações trazidas do berço e os que vacilam, desorientados, na noite total da loucura.
Ver-te-ás, então, consolado, estendendo consolo, e, ajustado a ti mesmo, volverás ao conforto da própria casa, murmurando, feliz:
– Obrigado, meu Deus!
Meimei
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
SE COMPASSIVO
Cap. XIII – Item 17
Sem compaixão não há caridade.
As lágrimas vertidas ao calor vívido da piedade corroem as densas cadeias da provação.
Desterremos de nós a insensibilidade crua diante das telas de angústia que se desenrolam em nossa estrada.
A piedade é a simpatia espontânea e desinteressada que se antepõe à antipatia gratuita moral e material, junto daqueles que no-la despertam, sem o que se torna infrutífera.
Quando o sofrimento alheio não nos sensibiliza, a Orientação Divina estatui venhamos a experimentá-lo igualmente para avaliar a dor do próximo e nos predispormos a ampará-lo.
Só a piedade consoladora traz alegria ao espírito, criando elevação e valor. Fujamos à compaixão aparente que se manifesta em lágrimas de crocodilo, gestos e exclamações pomposas, nos cenários artificiais do fingimento.
Mede-se a comiseração pelo devotamento e solicitude fraternais que promove. Deve-se-lhe o despovoamento gradativo das zonas de purgação moral da Espiritualidade.
Deixa-te enternecer ante os painéis comovedores das crises de pranto, vezes e vezes temperadas em sangue e suor; contudo, não te detenhas aí: busca dirimi-las.
Perlustra as vielas ínvias da necessidade e beneficia as almas que se agitam em desespero, dentro da jaula do próprio corpo.
Tem dó, não apenas dos quadros gritantes de falência íntima, mas também dos padecimentos mascarados de silêncio e de orgulho, ingenuidade e inexperiência.
Inunda de amor os corações mantidos sob o vácuo do tédio.
Protege a infância desvalida, pois os pequenos viajores da carne carecem de guias.
Favorece com a moeda e abençoa com a palavra os pedintes andrajosos somente acariciados pelos cães que vagueiam nas ruas.
E na certeza de que a piedade sincera jamais expressa covardia a derruir o bem, nem ridículo a excitar o riso alheio, acatemo-la como força de renovação das almas e luz interior da Verdadeira Vida, eternizada por Deus.
Sê compassivo.
Cairbar Schutel
Cap. XIII – Item 17
Sem compaixão não há caridade.
As lágrimas vertidas ao calor vívido da piedade corroem as densas cadeias da provação.
Desterremos de nós a insensibilidade crua diante das telas de angústia que se desenrolam em nossa estrada.
A piedade é a simpatia espontânea e desinteressada que se antepõe à antipatia gratuita moral e material, junto daqueles que no-la despertam, sem o que se torna infrutífera.
Quando o sofrimento alheio não nos sensibiliza, a Orientação Divina estatui venhamos a experimentá-lo igualmente para avaliar a dor do próximo e nos predispormos a ampará-lo.
Só a piedade consoladora traz alegria ao espírito, criando elevação e valor. Fujamos à compaixão aparente que se manifesta em lágrimas de crocodilo, gestos e exclamações pomposas, nos cenários artificiais do fingimento.
Mede-se a comiseração pelo devotamento e solicitude fraternais que promove. Deve-se-lhe o despovoamento gradativo das zonas de purgação moral da Espiritualidade.
Deixa-te enternecer ante os painéis comovedores das crises de pranto, vezes e vezes temperadas em sangue e suor; contudo, não te detenhas aí: busca dirimi-las.
Perlustra as vielas ínvias da necessidade e beneficia as almas que se agitam em desespero, dentro da jaula do próprio corpo.
Tem dó, não apenas dos quadros gritantes de falência íntima, mas também dos padecimentos mascarados de silêncio e de orgulho, ingenuidade e inexperiência.
Inunda de amor os corações mantidos sob o vácuo do tédio.
Protege a infância desvalida, pois os pequenos viajores da carne carecem de guias.
Favorece com a moeda e abençoa com a palavra os pedintes andrajosos somente acariciados pelos cães que vagueiam nas ruas.
E na certeza de que a piedade sincera jamais expressa covardia a derruir o bem, nem ridículo a excitar o riso alheio, acatemo-la como força de renovação das almas e luz interior da Verdadeira Vida, eternizada por Deus.
Sê compassivo.
Cairbar Schutel
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
SE VOCE QUISER
Cap. XXV – Item 5
Diz você que o mundo é um amontoado de males infinitos.
Entretanto, se você quiser construir o bem na própria alma, respirará, desde agora, na faixa do mundo melhor que surgirá em si mesmo.
Diz você que a casa onde reside é uma forja de sofrimento pela incompreensão dos familiares que lhe ignoram os idéias.
Contudo, se você quiser servir com paciência e bondade, ajudando a cada um sem reclamar retribuição, embora pouco a pouco, passarão todos eles a conhecer-lhe os princípios, através de seus atos, convertendo-se-lhe o lar em ninho de bênçãos.
Diz você que a ingratidão mora em seu campo de trabalho, transfigurando-o em lugar de suplício.
Todavia, se você quiser consagrar-se ao próprio dever, com humildade e tolerância, observará que o seu exemplo granjeará o respeito e o carinho dos outros, transformando-se-lhe a tarefa em manancial de alegria.
Diz você haver perdido a fé, ante aqueles que ensinam a virtude sem praticá-la.
No entanto, se você quiser, cumprirá com tanto devotamento as próprias obrigações, que a fé lhe brilhará no coração, por fonte de júbilo intransferível.
Diz você que não dispõe de recursos para ajudar ao companheiro em luta maior.
Contudo, se você quiser repousar menos alguns minutos, em seus lazeres de cada dia, poderá converter algumas horas, cada semana, em auxílio ou consolação para os semelhantes, conquistando a simpatia e o concurso de muita gente.
Não se queixe em circunstância alguma.
Lembre-se de que a vida e o tempo são concessões de Deus diretamente a você e, acima de qualquer angústia ou provação, a vida e o tempo responderão a você com a bênção da luz ou com a experiência da sombra, como você quiser.
André Luiz
Cap. XXV – Item 5
Diz você que o mundo é um amontoado de males infinitos.
Entretanto, se você quiser construir o bem na própria alma, respirará, desde agora, na faixa do mundo melhor que surgirá em si mesmo.
Diz você que a casa onde reside é uma forja de sofrimento pela incompreensão dos familiares que lhe ignoram os idéias.
Contudo, se você quiser servir com paciência e bondade, ajudando a cada um sem reclamar retribuição, embora pouco a pouco, passarão todos eles a conhecer-lhe os princípios, através de seus atos, convertendo-se-lhe o lar em ninho de bênçãos.
Diz você que a ingratidão mora em seu campo de trabalho, transfigurando-o em lugar de suplício.
Todavia, se você quiser consagrar-se ao próprio dever, com humildade e tolerância, observará que o seu exemplo granjeará o respeito e o carinho dos outros, transformando-se-lhe a tarefa em manancial de alegria.
Diz você haver perdido a fé, ante aqueles que ensinam a virtude sem praticá-la.
No entanto, se você quiser, cumprirá com tanto devotamento as próprias obrigações, que a fé lhe brilhará no coração, por fonte de júbilo intransferível.
Diz você que não dispõe de recursos para ajudar ao companheiro em luta maior.
Contudo, se você quiser repousar menos alguns minutos, em seus lazeres de cada dia, poderá converter algumas horas, cada semana, em auxílio ou consolação para os semelhantes, conquistando a simpatia e o concurso de muita gente.
Não se queixe em circunstância alguma.
Lembre-se de que a vida e o tempo são concessões de Deus diretamente a você e, acima de qualquer angústia ou provação, a vida e o tempo responderão a você com a bênção da luz ou com a experiência da sombra, como você quiser.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
VERDADE E CRENCA
Cap. XIX – Item 1
“E se vos digo a verdade, por que não credes?” – Jesus.
(João, 8: 46)
Jesus lecionou a verdade em todas as situações da peregrinação messiânica.
A todos concedeu amor puro, bênçãos de luz e bens para a Eternidade.
Provou com os próprios testemunhos a excelência de seus ensinos...
Ministrou a caridade simples e natural, sem melindrar ou ferir...
A cada qual apontou a lógica real das circunstâncias da vida...
A ninguém enganou...
Não sofismou por nenhuma razão...
Perdoou sem apresentar condições...
Cedeu a benefício de todos.
Não temeu, nem vacilou ao indicar a realidade, nem fugiu de demonstrá-la no próprio exemplo.
Não aguardou bonificações: serviu sempre.
De ninguém reclamou: sacrificou a si mesmo.
Não permaneceu em posição de neutralidade: definiu-se.
Cabe, portanto, a quem recolhe os dons divinos da claridade evangélica amar e perdoar, construindo o bem e a paz, esposando ostensivamente a Vida Cristã, na elucubração da teoria e no esforço da aplicação.
Se possuímos a luz da verdade, por que não lhe seguir a rota de luz?
Emmanuel
Cap. XIX – Item 1
“E se vos digo a verdade, por que não credes?” – Jesus.
(João, 8: 46)
Jesus lecionou a verdade em todas as situações da peregrinação messiânica.
A todos concedeu amor puro, bênçãos de luz e bens para a Eternidade.
Provou com os próprios testemunhos a excelência de seus ensinos...
Ministrou a caridade simples e natural, sem melindrar ou ferir...
A cada qual apontou a lógica real das circunstâncias da vida...
A ninguém enganou...
Não sofismou por nenhuma razão...
Perdoou sem apresentar condições...
Cedeu a benefício de todos.
Não temeu, nem vacilou ao indicar a realidade, nem fugiu de demonstrá-la no próprio exemplo.
Não aguardou bonificações: serviu sempre.
De ninguém reclamou: sacrificou a si mesmo.
Não permaneceu em posição de neutralidade: definiu-se.
Cabe, portanto, a quem recolhe os dons divinos da claridade evangélica amar e perdoar, construindo o bem e a paz, esposando ostensivamente a Vida Cristã, na elucubração da teoria e no esforço da aplicação.
Se possuímos a luz da verdade, por que não lhe seguir a rota de luz?
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terça-feira, 30 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
TEMOS O QUE DAMOS
Cap. XIII – Item 20
Podes guardar o pão para muitos dias, ainda que o excesso de tua casa signifique ausência do essencial entre os próprios vizinhos; todavia, quanto puderes, alonga a migalha de alimento aos que fitam debalde o fogão sem lume.
Podes conservar armários repletos de veste inútil, ainda que a traça concorra contigo à posse do pano devido aos que se cobrem de andrajos; no entanto, sempre que possas, cede a migalha de roupa ao companheiro que sente frio.
Podes trazer bolsa farta, ainda que o dinheiro supérfluo te imponha problemas e inquietações; contudo, quanto puderes, oferece a migalha de recurso aos irmãos em necessidade.
Podes alinhar perfumes e adornos para uso à vontade, ainda que pagues caro a hora do abuso; mas, sempre que possas, estende a migalha de remédio aos doentes em abandono.
Um dia, que será noite em teus olhos, deixarás pratos cheios e móveis abarrotados, cofres e enfeites, para a travessia de grande sombra; entretanto, não viajarás de todo nas trevas, porque as migalhas de amor que tiveres distribuído estarão multiplicadas em tuas mãos como bênçãos de luz.
Meimei
Cap. XIII – Item 20
Podes guardar o pão para muitos dias, ainda que o excesso de tua casa signifique ausência do essencial entre os próprios vizinhos; todavia, quanto puderes, alonga a migalha de alimento aos que fitam debalde o fogão sem lume.
Podes conservar armários repletos de veste inútil, ainda que a traça concorra contigo à posse do pano devido aos que se cobrem de andrajos; no entanto, sempre que possas, cede a migalha de roupa ao companheiro que sente frio.
Podes trazer bolsa farta, ainda que o dinheiro supérfluo te imponha problemas e inquietações; contudo, quanto puderes, oferece a migalha de recurso aos irmãos em necessidade.
Podes alinhar perfumes e adornos para uso à vontade, ainda que pagues caro a hora do abuso; mas, sempre que possas, estende a migalha de remédio aos doentes em abandono.
Um dia, que será noite em teus olhos, deixarás pratos cheios e móveis abarrotados, cofres e enfeites, para a travessia de grande sombra; entretanto, não viajarás de todo nas trevas, porque as migalhas de amor que tiveres distribuído estarão multiplicadas em tuas mãos como bênçãos de luz.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
ESPIRITISMO E VOCE
Cap. XVII – Item 4
Recentemente você teve os primeiros contactos com a Doutrina Espírita e agora se deslumbra com as novas perspectivas espirituais da existência.
Ideais redentores.
Relações pessoais enriquecidas.
Conversações edificantes.
Leitura nobre.
Promissores ensejos de servir à fraternidade.
Recorde, no entanto, os imperativos da disciplina, em todos os empreendimentos, para que a afoiteza não lhe crie frustrações.
Tornar-se espírita não é santificar-se automaticamente, não significa privilégio e nem expressa cárcere interior.
É oportunidade de libertação da alma com responsabilidades maiores ante as Leis da Criação.
É reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana.
Convicção espírita é galardão abençoado no aprendizado multimilenar da evolução.
Desse modo, nem prevenção nem invigilância constituem caminhos para semelhante conquista.
Urge sustentar perseverança e paciência na execução justa de todos os deveres.
Evite arrancar abruptamente as raízes defeituosas, mas profundas, de suas atividades; empreenda qualquer renovação pouco a pouco.
Contenha os ímpetos de defesa intempestiva das suas idéias novas; sedimente primeiro os próprios conhecimentos.
Espiritismo é Claridade Eterna.
Gradue a intensidade da luz que você vislumbrar, para que seus olhos não sejam acometidos pela cegueira do fanatismo.
Muitos irmãos nossos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque não se dispuseram a aceitar a realidade que você está aceitando, mas, também, outros muitos palmilharam o lance da experiência
que hoje você palmilha e nem por isso alcançaram êxitos maiores, na batalha íntima e intransferível que travamos conosco, em vista da negligência a que ainda se afazem.
Crença não nos exime da consciência.
Acertar ou cair são problemas pessoais.
Tudo depende de você.
Quem persiste na ilusão, abraça a teimosia.
Quanto mais se edifica a inteligência, mais se lhe acentua o prazer de servir.
Obedeça, pois, ao chamamento do Senhor, emprestando boa vontade ao engrandecimento da redenção humana, através do trabalho ativo e incessante nos diversos setores em que se lhe possa desenvolver a colaboração.
Conserve-se encorajado e confiante.
Alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir-se a meta colimada.
Eleve anseios e esperanças, tentando sublimar emoções e cometimentos.
Acima de tudo, consolide no coração a certeza de que a revelação maior é aquela que nos preceitua o dever de procurar com Jesus a nossa libertação do mal e, em nosso próprio benefício, compreendamos a real posição do Mestre como Excelso Condutor de nosso mundo, em cujo infinito amor estamos construindo o Reino de Deus em nós.
André Luiz
Cap. XVII – Item 4
Recentemente você teve os primeiros contactos com a Doutrina Espírita e agora se deslumbra com as novas perspectivas espirituais da existência.
Ideais redentores.
Relações pessoais enriquecidas.
Conversações edificantes.
Leitura nobre.
Promissores ensejos de servir à fraternidade.
Recorde, no entanto, os imperativos da disciplina, em todos os empreendimentos, para que a afoiteza não lhe crie frustrações.
Tornar-se espírita não é santificar-se automaticamente, não significa privilégio e nem expressa cárcere interior.
É oportunidade de libertação da alma com responsabilidades maiores ante as Leis da Criação.
É reencarnar-se moralmente, de novo, dentro da própria vida humana.
Convicção espírita é galardão abençoado no aprendizado multimilenar da evolução.
Desse modo, nem prevenção nem invigilância constituem caminhos para semelhante conquista.
Urge sustentar perseverança e paciência na execução justa de todos os deveres.
Evite arrancar abruptamente as raízes defeituosas, mas profundas, de suas atividades; empreenda qualquer renovação pouco a pouco.
Contenha os ímpetos de defesa intempestiva das suas idéias novas; sedimente primeiro os próprios conhecimentos.
Espiritismo é Claridade Eterna.
Gradue a intensidade da luz que você vislumbrar, para que seus olhos não sejam acometidos pela cegueira do fanatismo.
Muitos irmãos nossos ainda se debatem nas lutas de subnível, porque não se dispuseram a aceitar a realidade que você está aceitando, mas, também, outros muitos palmilharam o lance da experiência
que hoje você palmilha e nem por isso alcançaram êxitos maiores, na batalha íntima e intransferível que travamos conosco, em vista da negligência a que ainda se afazem.
Crença não nos exime da consciência.
Acertar ou cair são problemas pessoais.
Tudo depende de você.
Quem persiste na ilusão, abraça a teimosia.
Quanto mais se edifica a inteligência, mais se lhe acentua o prazer de servir.
Obedeça, pois, ao chamamento do Senhor, emprestando boa vontade ao engrandecimento da redenção humana, através do trabalho ativo e incessante nos diversos setores em que se lhe possa desenvolver a colaboração.
Conserve-se encorajado e confiante.
Alegria serena, em marcha uniforme, é a norma ideal para atingir-se a meta colimada.
Eleve anseios e esperanças, tentando sublimar emoções e cometimentos.
Acima de tudo, consolide no coração a certeza de que a revelação maior é aquela que nos preceitua o dever de procurar com Jesus a nossa libertação do mal e, em nosso próprio benefício, compreendamos a real posição do Mestre como Excelso Condutor de nosso mundo, em cujo infinito amor estamos construindo o Reino de Deus em nós.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
ESTRADA REAL
Cap. XV – Item 6
Filhos, a estrada real para Deus chama-se Caridade.
Nela, todos os regulamentos e indicações guardam a mesma essência.
O roteiro é caridade.
O sentimento é caridade.
A idéia é caridade.
O passo é caridade.
O veículo é caridade.
A palavra é caridade.
O trabalho é caridade.
O movimento é caridade.
O repasto é caridade.
O aviso é caridade.
A cooperação é caridade.
A meta é caridade.
Junto de todas as pessoas e em todas as circunstâncias na grande viagem, as atitudes são do mesmo sentido.
Caridade para com amigos.
Caridade com adversários.
Caridade com os bons.
Caridade com os menos bons.
Caridade com o próximo.
Caridade com os ausentes.
Caridade com os felizes.
Caridade com os menos felizes.
Caridade com os justos.
Caridade com os menos justos.
Em todos os momentos, a diretriz será sempre Caridade. E crede que não há redundância em nossas palavras.
Reflitamos juntos e a meditação fará diferença.
José Horta
Cap. XV – Item 6
Filhos, a estrada real para Deus chama-se Caridade.
Nela, todos os regulamentos e indicações guardam a mesma essência.
O roteiro é caridade.
O sentimento é caridade.
A idéia é caridade.
O passo é caridade.
O veículo é caridade.
A palavra é caridade.
O trabalho é caridade.
O movimento é caridade.
O repasto é caridade.
O aviso é caridade.
A cooperação é caridade.
A meta é caridade.
Junto de todas as pessoas e em todas as circunstâncias na grande viagem, as atitudes são do mesmo sentido.
Caridade para com amigos.
Caridade com adversários.
Caridade com os bons.
Caridade com os menos bons.
Caridade com o próximo.
Caridade com os ausentes.
Caridade com os felizes.
Caridade com os menos felizes.
Caridade com os justos.
Caridade com os menos justos.
Em todos os momentos, a diretriz será sempre Caridade. E crede que não há redundância em nossas palavras.
Reflitamos juntos e a meditação fará diferença.
José Horta
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
OUVIDE E RECORDE
Cap. XV – Item 3
Olvide o pó e o vento.
Recorde que a luz do Sol e a pureza da água são gratuitos.
Olvide pessimismo e o mau agouro.
Recorde que a marcha do progresso é inexorável.
Olvide a palavra infeliz.
Recorde que você está sendo ouvido e observado.
Olvide a malquerença.
Recorde que o imperativo da fraternidade atinge a todos.
Olvide a indisposição.
Recorde que a disciplina mental é o primeiro remédio.
Olvide o próprio direito.
Recorde que o dever pessoal é intransferível.
Olvide a censura.
Recorde que a harmonia e a cooperação constroem sempre mais.
Olvide a discussão intempestiva.
Recorde que o respeito ao semelhante é o alicerce da paz.
Olvide a vaidade intelectual.
Recorde o valor do procedimento correto em todas as circunstâncias.
Olvide as vozes destrutivas.
Recorde que a extensão da seara do bem espera por nós.
Olvide a convenção nociva.
Recorde que a naturalidade suscita sempre a simpatia maior.
Olvide a lamentação.
Recorde que o minuto passa sem esperar por ninguém.
Triunfar é esquecer o lado menos bom da vida, lembrando o cumprimento das próprias obrigações que, em verdade, sustentam a nossa alegria incessante.
André Luiz
Cap. XV – Item 3
Olvide o pó e o vento.
Recorde que a luz do Sol e a pureza da água são gratuitos.
Olvide pessimismo e o mau agouro.
Recorde que a marcha do progresso é inexorável.
Olvide a palavra infeliz.
Recorde que você está sendo ouvido e observado.
Olvide a malquerença.
Recorde que o imperativo da fraternidade atinge a todos.
Olvide a indisposição.
Recorde que a disciplina mental é o primeiro remédio.
Olvide o próprio direito.
Recorde que o dever pessoal é intransferível.
Olvide a censura.
Recorde que a harmonia e a cooperação constroem sempre mais.
Olvide a discussão intempestiva.
Recorde que o respeito ao semelhante é o alicerce da paz.
Olvide a vaidade intelectual.
Recorde o valor do procedimento correto em todas as circunstâncias.
Olvide as vozes destrutivas.
Recorde que a extensão da seara do bem espera por nós.
Olvide a convenção nociva.
Recorde que a naturalidade suscita sempre a simpatia maior.
Olvide a lamentação.
Recorde que o minuto passa sem esperar por ninguém.
Triunfar é esquecer o lado menos bom da vida, lembrando o cumprimento das próprias obrigações que, em verdade, sustentam a nossa alegria incessante.
André Luiz
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
AFLIGIS-TE
Cap. V – Item 2
Afligis-te com a vizinhança do parente menos simpático.
Esqueces-te, no entanto, dos que vagueiam sem rumo.
Afligis-te com leve dor de cabeça que o remédio alivia.
Esqueces-te, porém, dos que carregam a provação da loucura na grade dos manicômios.
Afligis-te por perder a condução, no momento oportuno.
Esqueces-te, entretanto, dos que jazem detidos em catres de sofrimento, suspirando, pelo conforto de se arrastarem.
Afligis-te pelo erro sanável da costureira, na vestimenta que encomendaste.
Esqueces-te, contudo, daqueles que ostentam a pele ultrajada de chagas, sem se queixarem.
Afligis-te em casa porque alguém não lhe fez o prato de preferência.
Esqueces-te, todavia, dos que varam a noite, atormentados de fome.
Afligis-te com as travessuras do filhinho desajustado.
Esqueces-te, contudo, das crianças perdidas, ao sabor da intempérie.
Afligis-te por insignificantes deveres no ambiente doméstico.
Esqueces-te, porém, dos que choram sozinhos, no leito dos hospitais.
Afligis-te, tantas vezes, por bagatelas!...
Fita, no entanto, a retaguarda e, reparando as aflições dos outros, agradecerás ao Senhor a própria felicidade que não conseguias ver.
Emmanuel
Cap. V – Item 2
Afligis-te com a vizinhança do parente menos simpático.
Esqueces-te, no entanto, dos que vagueiam sem rumo.
Afligis-te com leve dor de cabeça que o remédio alivia.
Esqueces-te, porém, dos que carregam a provação da loucura na grade dos manicômios.
Afligis-te por perder a condução, no momento oportuno.
Esqueces-te, entretanto, dos que jazem detidos em catres de sofrimento, suspirando, pelo conforto de se arrastarem.
Afligis-te pelo erro sanável da costureira, na vestimenta que encomendaste.
Esqueces-te, contudo, daqueles que ostentam a pele ultrajada de chagas, sem se queixarem.
Afligis-te em casa porque alguém não lhe fez o prato de preferência.
Esqueces-te, todavia, dos que varam a noite, atormentados de fome.
Afligis-te com as travessuras do filhinho desajustado.
Esqueces-te, contudo, das crianças perdidas, ao sabor da intempérie.
Afligis-te por insignificantes deveres no ambiente doméstico.
Esqueces-te, porém, dos que choram sozinhos, no leito dos hospitais.
Afligis-te, tantas vezes, por bagatelas!...
Fita, no entanto, a retaguarda e, reparando as aflições dos outros, agradecerás ao Senhor a própria felicidade que não conseguias ver.
Emmanuel
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EDUARDO BARROS
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
LIVRO " O ESPÍRITO DA VERDADE " - CHICO XAVIER E WALDO VIEIRA
DE TOCAIA
Cap. X – Item 3
Luis Borges, denotado tarefeiro da Causa Espírita, em São Paulo, atravessava calmamente a Avenida São João, na capital bandeirante, quando foi alvejado por um tiro de revólver, estabelecendo-se o rebuliço.
Populares e guardas. Assobios e exclamações.
Pobre moço desconhecido e armado foi preso e trazido à presença da vítima.
Borges mostrava-se assustado, mas sereno. A bala atingira simplesmente o livro que sobraçava de mão encostada ao peito. E esse livro era O Evangelho segundo o Espiritismo, com que se dirigia a certa reunião em favor de um enfermo.
– Peço desculpas. O tiro foi casual – rogou o jovem, pálido.
Os policiais contudo, retinham-no furiosos.
Luis Borges, no entanto, buscando a paz, abriu o volume chamuscado e falou:
– Vejamos a mensagem do Evangelho:
E ante o assombro geral, leu, na página aberta, as belas referências do capítulo X – Bem-aventurados os que são misericordiosos:
“Então, aproximando dele, disse-lhe Pedro: – Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão quando houver pecado contra mim?
Até sete vezes?
“Respondeu-lhe Jesus: – Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.”
Quando Borges terminou a ligeira leitura, o moço preso ajoelhou-se na rua e começou a soluçar. Só então explicou que ali se achava de tocaia para assassinar o próprio irmão que o havia prejudicado num processo de herança e prometeu desistir de semelhante propósito para sempre.
Hilário Silva
Cap. X – Item 3
Luis Borges, denotado tarefeiro da Causa Espírita, em São Paulo, atravessava calmamente a Avenida São João, na capital bandeirante, quando foi alvejado por um tiro de revólver, estabelecendo-se o rebuliço.
Populares e guardas. Assobios e exclamações.
Pobre moço desconhecido e armado foi preso e trazido à presença da vítima.
Borges mostrava-se assustado, mas sereno. A bala atingira simplesmente o livro que sobraçava de mão encostada ao peito. E esse livro era O Evangelho segundo o Espiritismo, com que se dirigia a certa reunião em favor de um enfermo.
– Peço desculpas. O tiro foi casual – rogou o jovem, pálido.
Os policiais contudo, retinham-no furiosos.
Luis Borges, no entanto, buscando a paz, abriu o volume chamuscado e falou:
– Vejamos a mensagem do Evangelho:
E ante o assombro geral, leu, na página aberta, as belas referências do capítulo X – Bem-aventurados os que são misericordiosos:
“Então, aproximando dele, disse-lhe Pedro: – Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão quando houver pecado contra mim?
Até sete vezes?
“Respondeu-lhe Jesus: – Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.”
Quando Borges terminou a ligeira leitura, o moço preso ajoelhou-se na rua e começou a soluçar. Só então explicou que ali se achava de tocaia para assassinar o próprio irmão que o havia prejudicado num processo de herança e prometeu desistir de semelhante propósito para sempre.
Hilário Silva
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
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