quinta-feira, 24 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - INFLUÊNCIA PERNICIOSA DAS IDÉIAS MATERIALISTAS - "SOBRE ARTES EM GERAL; SUA REGENERACAO PELO ESPIRITISMO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 24-10-2013 (1)

http://youtu.be/HYXRbMMWOVo

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

PERANTE A MEDIUNIDADE

Reprimir qualquer iniciativa tendente a assinalar a mediunidade, o médium ou os fatos mediúnicos como extraordinários ou místicos.
O intercâmbio mediúnico é acontecimento natural e o médium é um ser humano como qualquer outro.
Certificar-se de que o exercício natural da mediunidade não exime o médium da obrigação de viver profissão honesta na sociedade a que pertence.
Não pode haver assistência digna onde não há dever dignamente cumprido.
Precaver-se contra as petições inadequadas junto à mediunidade.
Os médiuns são companheiros comuns que devem viver normalmente as experiências e as provas que lhes cabem.
Por nenhuma razão elogiar o medianeiro pelos resultados obtidos através dele, lembrando-se que é sempre possível agradecer sem lisonjear.
Para nós, todo o bem puro e nobre procede de Jesus-Cristo, nosso Mestre e Senhor.
Ainda mesmo premido por extensas dificuldades, colocar o exercício da mediunidade acima dos eventos efêmeros e limitados que varrem constantemente os panoramas sociais e religiosos da Terra.
A mediunidade nunca será talento para ser enterrado no solo do comodismo.
Conversar sobre fenômenos mediúnicos e princípios espíritas apenas em ambientes receptivos.
Há terrenos que ainda não estão amanhados para a semeadura.
Prosseguir sem vacilações no consolo e no esclarecimento das almas, esquecendo espinheiros e pedras do vale humano, para conquistar a luz da imortalidade que fulgura nos cimos da vida.
Desenvolver-se alguém mediunicamente, a bem do próximo, é ascender em espiritualidade.
“E nos últimos dias acontecerá, diz o Senhor, que do meu espírito derramarei sobre toda carne.”
(ATOS, 2:17.)

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 23-10-2013

http://youtu.be/41YIO4LXb78

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO IX - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 22-10-2013

http://youtu.be/ETZDy-u_AaE

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

PERANTE A ORAÇÃO

Proferir a prece inicial e a prece final nas reuniões doutrinárias, facilitando-se, dessa forma, a ligação com os Benfeitores da Vida Maior.
A prece entrelaça os Espíritos.
Quanto possível, abandonar as fórmulas decoradas e a leitura maquinal das “preces prontas”, e viver preferentemente as expressões criadas de improviso, em plena emotividade, na exaltação da própria fé.
Há diferença fundamental entre orar e declamar.
Abster-se de repetir em voz alta as preces que são proferidas por amigos outros nas reuniões doutrinárias.
A oração, acima de tudo, é sentimento.
Prevenir-se contra a afetação e o exibicionismo ao proferir essa ou aquela prece, adotando concisão e espontaneidade em todas elas, para que não se façam veículo e intenções especiosas.
Fervor d'alma, luz na prece.
Durante os colóquios da fé, recordar todos aqueles a quem tenhamos melindrado ou ferido, ainda mesmo inconscientemente, rogando-lhes, em silêncio e a distância, o necessário perdão de nossas faltas.
Os resultados da oração, quanto os resultados do amor, são ilimitados.
Cancelar as solicitações incessantes de benefícios para si mesmo, centralizando o pensamento na intercessão em favor dos menos felizes.
Quem ora em favor dos outros, ajuda a si próprio.
Controlar a modulação da voz nas preces públicas, para fugir à teatralidade e à convenção.
O sentimento é tudo.
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.” — Jesus. (MATEUS, 26:41.)

terça-feira, 22 de outubro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP. 24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 21-10-2013

http://youtu.be/zajJqO-hWQc

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Mentores Espirituais
Ponderar com especial atenção as comunicações transmitidas como sendo da autoria de algum vulto célebre, e somente acatá-las pelos conceitos com que se enquadrem à essência doutrinária do Espiritismo.
A luz não se compadece com a sombra.
Abolir a prática da invocação nominal dessa ou daquela entidade, em razão dos inconvenientes e da desnecessidade de tal procedimento em nossos dias, buscando identificar os benfeitores e amigos espirituais pelos objetivos que demonstrem e pelos bens que espalhem.
O fruto dá notícia da árvore que o produz.
Apagar a preocupação de estar em permanente intercâmbio com os Espíritos protetores, roubando-lhes tempo para consultá-los a respeito de todas as pequeninas lutas da vida, inclusive problemas que deva e possa resolver por si mesmo.
O tempo é precioso para todos.
Acautelar-se contra a cega rendição à vontade exclusiva desse ou daquele Espírito, e não viciar-se em ouvir constantemente os desencarnados, na senda diária, sem maior consideração para com os ensinamentos da própria Doutrina.
Responsabilidade pessoal, patrimônio intransferível.
Honrar o nome e a memória dos mentores que lhe tenham sido companheiros ou parentes consanguíneos na Terra, abstendo-se de endereçar-lhes petitórios desregrados ou descabidas exigências.
A comunhão com os bons cria para nós o dever de imitá-los.
Furtar-se de crer em privilégios e favores particulares para si, tão-somente porque esse ou aquele mentor lhe haja dirigido a palavra pessoal de encorajamento e carinho.
Auxílio dilatado, compromisso mais amplo.

"Amados, não creiais a todo Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus."

(1ª epístola de João, capítulo 4, versículo 1.)

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O EVANGELHO NO LAR - "POR UM POUCO" - EXPOSITOR: ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 18-10-2013

http://youtu.be/9Rw4jvWu1rI

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Espíritos Sofredores
Abster-se da realização de sessões públicas para assistência a desencarnados sofredores, de vez que semelhante procedimento é falta de caridade para com os próprios Espíritos socorridos, que sentem, torturados, o comentário crescente e malsão em torno de seu próprio infortúnio.
Ainda mesmo nas aparências do bem, o mal é sempre mal.
Evitar, quanto possível, sessões sistematizadas de desobsessão, sem a presença de dirigentes que reúnam, em si, moral evangélica e suficiente conhecimento doutrinário.
Quanto mais luz, mais possibilidade de iluminação.
Falar aos comunicantes perturbados e infelizes, com dignidade e carinho, entre a energia e a doçura, detendo-se exclusivamente no caso em pauta.
Sabedoria no falar, ciência de ensinar.
Sustar múltiplas manifestações psicofônicas ao mesmo tempo, no sentido de preservar a harmonia da sessão, atendendo a cada caso por sua vez, em ambiente de concórdia e serenidade.
A ordem prepara o aperfeiçoamento.
Em oportunidade alguma, polemizar, condenar ou ironizar, no contacto com os irmãos inferiores da Espiritualidade.
A azedia não cura o desespero.
Oferecer a intimidade fraterna aos comunicantes, aplicando o carinho da palavra e o fervor da
prece, na execução da enfermagem moral que lhes é necessária.
A familiaridade estende os valores da confiança.
Suprimir indagações no trato com as entidades infortunadas, nem sempre em dia com a própria memória, como acontece a qualquer doente grave encarnado.
A enfermagem imediata dispensa interrogatório.

"Mas é grande ganho a piedade com contentamento." - Paulo.
(1ª carta a Timóteo, capítulo 6, versículo 6.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 17-10-2013

http://youtu.be/0q_bslpqIHs

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Providentes de Outras Religiões
Estimar e reverenciar os irmãos de outros credos religiosos.
O sarcasmo não edifica.
Não exasperar-se em oportunidade alguma, ainda mesmo pretextando defesa dos postulados religiosos que lhe alimentam o coração, a fim de evitar o vírus da cólera e as incursões das forças inferiores no próprio íntimo.
A exasperação leva ao desequilíbrio e à queda.
Aproveitar o tempo e as energias, fugindo às discussões estéreis em torno das origens da Vida e do Universo ou sobre tópicos fundamentais do Espiritismo.
Espíritos existem que se esforçam para não crer em sua própria existência.
Em nenhuma circunstância, pretender conduzir alguém ou alguma instituição, dessa ou daquela prática religiosa, à humilhação e ao ridículo.
O Sol, em nome de Deus, ilumina o passo de todas as criaturas.
Suportar construtivamente as manifestações constantes de cultos exóticos e estranhos à simplicidade e pureza do Espiritismo, oferecendo, tanto quanto possível, auxílio e cooperação, sem pretensiosas exigências aos companheiros que a tais cultos se prendem.
Muitos irmãos distantes serão, em futuro próximo, excelentes cultores da Doutrina Espírita.
A título de preservar o corpo doutrinário do Espiritismo, ou de defender a Verdade, não faltar com a compreensão espírita cristã nem agarrar-se a conceituações radicais e inamovíveis.
Quando apaixonado e desmedido, o zelo obscurece a razão.
Sistematicamente, não impor ou forçar a transformação religiosa dos irmãos alheios à fé que lhe consola o coração.
Toda imposição, em matéria religiosa, revela fanatismo.
Silenciar todo impulso a polêmicas com irmãos aprisionados a caprichos de natureza religiosa.
Discussão, em bases de ironia e azedume, é pancadaria mental.

"Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados."
(Tiago,  capítulo 5, versículo 9.)

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES VISUAIS - EXPOSITORA: BETH ROSADO - 16-10-2013

http://youtu.be/JXWg6Cl-Ocg

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - "PERGUNTAS SOBRE A NATUREZA E A IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" (1) - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 16-10-2013

http://youtu.be/2O_cLtL9hpY

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Doentes
Criar em torno dos doentes uma atmosfera de positiva confiança, através de preces, vibrações e palavras de carinho, fortaleza e bom ânimo.
O trabalho de recuperação do corpo fundamenta-se na reabilitação do Espírito.
Mesmo quando sejam ligados estreitamente ao coração, não se deixar abater à face dos enfermos, mas sim apresentar-lhes elevação de sentimento e fé, fugindo a exclamações de pena ou tristeza.
O desespero é fogo invisível.
Discorrer sempre que necessário sobre o papel relevante da dor em nosso caminho, sem quaisquer lamentações infelizes.
A resignação nasce da confiança.
Em nenhuma circunstância, garantir a cura ou marcar o prazo para o restabelecimento completo dos doentes, em particular dos obsidiados, sob pena de cair em leviandade.
Antes de tudo vige a Vontade Sábia do Pai Excelso.
Dar atenção e carinho aos corações angustiados e sofredores, sem falar ou agir de modo a humilhá-los em suas posições e convicções, buscando atender-lhes às necessidades físicas e morais dentro dos recursos ao nosso alcance.
A melhoria eficaz das almas deita raízes na solidariedade perfeita.
Procurar com alegria, ao serviço da própria regeneração, o convívio prolongado com parentes ou companheiros atacados pela invalidez, pelo desequilíbrio ou pelas enfermidades pertinazes.
O antídoto do mal é a perseverança no bem.

"Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim mesmo o fizestes." - Jesus. (Mateus, capítulo 25, versículo 40.)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO (4) - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 15-10-2013

http://youtu.be/e5FRKvTQTaQ

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ


Perante a Criança
Ver no coração infantil o esboço da geração próxima, procurando ampará-lo em todas as direções.
Orientação da infância, profilaxia do futuro.
Solidarizar-se com os movimentos que digam respeito à assistência à criança, melhorando métodos e ampliando tarefas.
Educar os pequeninos é sublimar a Humanidade.
Colaborar decididamente na recuperação das crianças desajustadas e enfermas, pugnando pela diminuição da mortalidade infantil.
Na meninice corpórea, o Espírito encontra ensejo de renovar as bases da própria vida.
Os pais espíritas podem e devem matricular os filhos nas escolas de moral espírita cristã, para que os companheiros recém-encarnados possam iniciar com segurança a nova experiência terrena.
Os pais respondem espiritualmente como cicerones dos que ressurgem no educandário da carne.
Distribuir incessantemente as obras infantis da literatura espírita, de autores encarnados e desencarnados, colaborando de modo efetivo na implantação essencial da Verdade Eterna.
O livro edificante vacina a mente infantil contra o mal.
Observar quando se deve ou não conduzir as crianças a reuniões doutrinárias.
A ordem significa artigo de lei para toda idade.
Eximir-se de prometer, às crianças que estudam, quaisquer prêmios ou dádivas como recompensa ou "falso" estímulo pelo êxito que venham a atingir no aproveitamento escolar, para não viciar-lhes a mente.
A noção de responsabilidade nos deveres mínimos é o ponto de partida para o cumprimento das grandes obrigações.
Não permitir que as crianças participem de reuniões ou festas que lhes conspurquem os sentimentos, e, em nenhuma oportunidade, oferecer-lhes presentes suscetíveis de incentivar-lhes qualquer atitude agressiva ou belicosa tanto em brinquedos quanto em publicações.
A criança sofre de maneira profunda a influência do meio.
Furtar-se de incrementar o desenvolvimento de faculdades mediúnicas em crianças, nem lhes permitir a presença em atividades de assistência a desencarnados, ainda mesmo quando elas apresentem perturbações de origem mediúnica, distância esta em que devem receber auxílio através da oração e do passe magnético.
Somente pouco a pouco o Espírito se vai inteirando das realidades da encarnação.
Em toda a divulgação, certame ou empreendimento doutrinário, não esquecer a posição singular da educação da infância na Seara do Espiritismo, criando seções e programas dedicados à criança em particular.
Sem boa semente, não há boa colheita.

"Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque deles é o reino de Deus." - Jesus.
(Lucas, 18: 16.)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

EPISÓDIO 08 DE MÉDIUM (1ª TEMPORADA)

http://www.youtube.com/watch?v=OZr4fUiEE9Y

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" (6) - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 14-10-2013

http://youtu.be/c8PFGIlQkrQ0

CREMAÇÃO - ESTOU PRONTO PARA SER CREMADO? - EXPOSITOR: ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 11-10-2013

http://youtu.be/ooxK0GFpIFE

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Companheiros 
Guardar comunicabilidade e atenção ante os companheiros de luta, ainda mesmo para com aqueles que se mostrem distantes do Espiritismo.
Todos somos estudantes na grande escola da Vida.
Respeitar as idéias e as pessoas de todos os nossos irmãos, sejam eles nossos vizinhos ou não, estejam presentes ou ausentes, sem nunca descer ao charco da leviandade que gera a maledicência.
Quem reprova alguém conosco, decerto que nos reprova perante alguém.
Quando emprestar objetos comuns, não porfiar sobre a sua restituição, sustentando-se, firme, no propósito de auxiliar os outros de boamente, naquilo em que lhes possa ser útil.
Desapego é alicerce de elevação.
Perdoar sem condições àqueles que não nos correspondam às esperanças ou que direta ou indiretamente nos prejudiquem, inclusive os obsessores e outros irmãos infelizes.
Perdão nas almas, luz no caminho.
Fugir de elogiar companheiros que estejam agindo de conformidade com as nossas melhores aspirações, para não lhes criar empecilhos à caminhada enobrecedora, embora nos constitua dever prestar-lhes assistência e carinho para que mais se agigantem nas boas obras.
O elogio é sempre dispensável.
Suprimir toda crítica destrutiva na comunidade em que aprende e serve.
A Seara de Jesus pede trabalhadores decididos a auxiliar.
Coibir-se de qualquer acumpliciamento com o mal, a título de solidariedade nesse ou naquele sentido.
Quem tisna a consciência, desce à perturbação.
Nunca fazer acepção de pessoas e nem demonstrar cordialidade fraterna somente em circunstâncias que lhe favoreçam conveniências e interesses materiais.
A Lei Divina registra o móvel de toda ação.

"Nisto todos reconhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros." - Jesus.
(João, capítulo 13, versículo 35.)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "NA SENDA ESCABROSA" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 11-10-2013

http://youtu.be/374X7OPPt38

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Perante os Parentes
Desempenhar todos os justos deveres para com aqueles que lhe comungam as teias da consanguinidade.
Os parentes são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.
Intensificar os recursos de afeto, compreensão e boa vontade para os afins mais próximos que não lhe compreendam os ideais.
O lar constitui cadinho redentor das almas endividadas.
Dilatar os laços da estima além do círculo da parentela.
A Humanidade é a nossa grande família.
Acima de todas as injunções e contingências de cada dia, conservar a fidelidade aos preceitos espíritas cristãos, sendo cônjuge generoso e melhor pai, filho dedicado e companheiro benevolente.
Cada semelhante nosso é degrau de acesso à Vida Superior, se soubermos recebê-lo por verdadeiro irmão.
Melhorar, sem desânimo, os contatos diretos e indiretos com os pais, irmãos, tios, primos e demais parentes, nas lides do mundo, para que a Lei não venha a cobrar-lhe novas e mais enérgicas experiências em encarnações próximas.
O cumprimento do dever, criado por nós mesmos, é lei do mundo interior a que não poderemos fugir.
Imprimir em cada tarefa diária os sinais indeléveis da fé que nutre a vida, iniciando todas as boas obras no âmbito estreito da parentela corpórea.
Temos, na família consanguinea, o teste permanente de nossas relações com a Humanidade.


"Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel." - Paulo. (Timóteo, capítulo 5, versículo 8.)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - "ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO" - "OS MILAGRES PROVAM A DIVINDADE DO CRISTO?" - (3) - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 10-10-2013

http://youtu.be/V6ugvDi15DM

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

PERANTE NÓS MESMOS
Vigiar as próprias manifestações, não se julgando indispensável e preferindo a autocrítica ao auto-elogio, recordando que o exemplo da humildade é a maior força para a transformação das criaturas.
Toda presunção evidencia o afastamento do Evangelho.
Agir de tal modo a não permitir, mesmo indiretamente, atos que signifiquem profissionalismo religioso, quer no campo da mediunidade, quer na direção de instituições, na redação de livros e periódicos, em traduções e revisões, excursões e visitas, pregações e outras quaisquer tarefas.
A exploração da fé anula os bons sentimentos.
Render culto à amizade e à gentileza, estendendo-as, quanto possível, aos companheiros e às organizações, mas sem escravizar-se ao ponto de contrariar a própria verdade, em matéria de Doutrina, para ser agradável aos outros.
O Espiritismo é caminho libertador.
Recusar várias funções simultâneas nos campos social e doutrinário, para não se ver na contingência de prejudicar a todas, compreendendo, ainda, que um pedido de demissão, em tarefa espírita, quase sempre equivale a ausência lamentável.
O afastamento do dever é deserção.
Efetuar compromissos apenas no limite das próprias possibilidades, buscando solver os encargos assumidos, inclusive os relacionados com as simples contribuições e os auxílios periódicos às instituições fraternais.
Palavra empenhada, lei no coração.
Libertar-se das cadeias mentais oriundas do uso de talismãs e votos, pactos e apostas, artifícios e jogos de qualquer natureza, enganosos e prescindíveis.
O espírita está informado de que o acaso não existe.
Esquivar-se do uso de armas homicidas, bem como do hábito de menosprezar o tempo com defesas pessoais, seja qual for o processo em que se exprimam.
O servidor fiel da Doutrina possui, na consciência tranquila, a fortaleza inatacável.

"Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos." - Paulo. 
(2ª epístola aos coríntios, capítulo 13, versículo 5.)