quarta-feira, 9 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - "MANIFESTAÇÕES VISUAIS" - "ENSAIO TEÓRICO SOBRE AS APARIÇÕES" - 09-10-2013

http://youtu.be/ww1b7AYzCOM

EPISÓDIO 07 DE MÉDIUM (1ª TEMPORADA)

http://www.youtube.com/watch?v=GIot2HYAwNQ

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 09-10-2013

http://youtu.be/cI2zuh6axEc

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

 Nos Conclaves Doutrinários  Somente empreender conclaves doutrinários como iniciativas de aproximação e planejamento de trabalho, a serem naturalmente entrosadas com as organizações centrais e regionais, responsáveis pela marcha evolutiva do Espiritismo.
Não a ordem sem disciplina.
Escolher como representantes de entidades e instituições, nos certames, os companheiros de boa vontade que sejam, de fato, competentes quanto aos objetivos doutrinários visados.
A aptidão de servir é metade do êxito.
Participar com seriedade dos conclaves espíritas, sem procurar diletantismo ou passatempo, sentindo-os como deveres, em vez de tê-los simplesmente à conta de divertimento e excursão turística.
O tempo não volta.
Dignificar a hospitalidade de companheiros que oferecem ao conclavista a intimidade do próprio lar, mantendo-se com firmeza no trabalho a que foi chamado.
Abster-se de subvenções governamentais de qualquer procedência para serem aplicadas em movimentos exclusivamente doutrinários que não apresentem características de assistência social.
Quem sabe suportar as próprias responsabilidades, dá testemunho de fé.
Respeitar os atos religiosos dos adeptos de outras crenças, evitando querelas e desentendimentos
na execução dos programas traçados para os conclaves doutrinários.
Com Jesus só encontramos motivos para ajudar.
Fixar não somente as lembranças afetivas ou alegres, mas, sobretudo, as resoluções, experiências e avisos do certame de que participe.
Quem guarda o ensinamento, aprende a lição.
Difundir, entre os núcleos interessados, as resoluções práticas das concentrações doutrinárias, de modo a não deixá-las em reduzido círculo de companheiros ou na poeira do esquecimento.
A continuidade do bem garante o melhor.

"Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas." - Paulo.
(Filipenses, capítulo 2, versículo 14.)                                                                                                                                                                                          

terça-feira, 8 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO II- ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 08-10-2013

http://youtu.be/tyuSIdivHuY

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Radiofonia
Divulgar, em cada programa de rádio, televisão, ou programas outros de expansão doutrinária, conceitos e páginas das obras fundamentais do Espiritismo.
A base é indispensável em qualquer edificação.
Por nenhum motivo, desprezar o apuro e a melhoria dos processos técnicos no aprimoramento constante das programações, a fim de não prejudicar a elevação do ensino.
O pensamento correto sofre influência da forma errônea por que é veiculado.
Nos comentários, palestras e citações, esquivar-se de alusões ofensivas ou desrespeitosas aos direitos e às idéias alheias, especialmente àquelas que se refiram às crenças religiosas e aos interesses coletivos.
A boca invigilante, muitas vezes, discorrendo sobre o amor, condena e fere.
Recordar que a matéria radiofonizada deve obedecer ao critério da simplicidade e do respeito, em correlação com fatos comuns e atuais, clareando se os temas obscuros ou que exijam maior esforço de compreensão.
Os radio ouvintes possuem índices culturais diversos, professando todas as religiões.
Ao elaborar programas radiofônicos, variar os assuntos, preferindo a irradiação de páginas breves.
O interesse dos radio ouvintes depende da qualidade das irradiações.
Declarar a qualidade doutrinária das programações, sem disfarces sutis ou mesmo poéticos, com lealdade à própria fé.
Sem definição declarada, ninguém vive fiel a si mesmo.
Comunicar sinceridade e sentimento aos conceitos que irradia, jamais apresentando estudos e páginas doutrinárias, pelas emissoras, de modo automático, sem meditar no que esteja falando ou lendo para os ouvidos alheios.
Quem sente o que diz, vive o que pensa.

"Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina."  - Paulo.
(Tito, capítulo 2, versículo 1.)

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 07-10-2013

http://youtu.be/m2jKukELQB4

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Imprensa
Escrever com simplicidade e clareza, concisão e objetividade, esforçando-se pela revisão severa e incessante, quanto ao fundo e à forma, de originais que devam ser entregues ao público.
O patrimônio inestimável dos postulados espíritas está empenhado em nossas mãos.
Empregar com parcimônia e discernimento a força da imprensa, não atacando pessoas e instituições, para que o escândalo e o estardalhaço não encontrem pasto em nossas fileiras.
O comentário desairoso desencadeia a perturbação.
Selecionar atentamente os originais recebidos para publicação, em prosa e verso, de autores encarnados ou de origem mediúnica, segundo a correção que apresentarem quanto à essência doutrinária e à nobreza da linguagem.
Sem o culto da pureza possível, não chegaremos à perfeição.
Sistematicamente, despersonalizar, ao máximo, os conceitos e as colaborações, convergindo para Jesus e para o Espiritismo o interesse dos leitores.
O personalismo estreito ensombra o serviço.
Purificar, quando não se puder abolir, o teor dos anúncios comerciais e das notícias de caráter mundano.
A imprensa espírita cristã representa um veículo de disseminação da verdade e do bem.

"Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa." - Paulo.
(2ª carta a Timóteo, capítulo 3, versículo 16.)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "ANTE O OBJETIVO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 04-10-2013

http://youtu.be/p_OZUgEjjuA

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Tribuna
Palestrar com naturalidade, governando as próprias emoções, sem azedume, sem nervosismo e sem momices, fugindo de prelecionar mais que o tempo indicado no horário previsto.
A palavra revela o equilíbrio.
Calar qualquer propósito de destaque, silenciando exibições de conhecimentos, e ajustar-se à Inspiração Superior, comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta, usando simplicidade e precatando-se contra a formação da dúvida nos ouvintes.
Cada pregação deve harmonizar-se com o entendimento do auditório.
Respeitando pessoas e instituições nos comentários e nas referências, nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de humilhar ou ferir.
Verbo sem disciplina gera males sem conta.
Sustentar a dignidade espírita diante das assembléias, abstendo-se de historietas impróprias ou anedotas reprováveis.
O orador é responsável pelas imagens mentais que plasme nas mentes que o ouvem.
Nas conversações, não se reportar abusiva e intempestivamente a fatos e estudos doutrinários de entendimento difícil, devendo selecionar oportunidades, quanto a pessoas e ambientes, para tratar de temas delicados.
A irreflexão é também falta de caridade.
Manter-se inalterável durante a alocução, à face de qualquer situação imprevista.
Os momentos delicados desenvolvem a nossa capacidade de auxiliar.
Procurar abolir, em suas palestras, os vocábulos impróprios, as expressões pejorativas e os termos da gíria das ruas.
O culto da caridade inclui a palavra em todas as suas aplicações.
Sempre que possível, preferir o uso de verbos e pronomes na primeira pessoa do plural, ao invés da primeira pessoa do singular, a fim de que não se isole da condição dos companheiros naturais do aprendizado, com quem distribui avisos e exortações. Somos todos necessitados de regeneração e de luz.

"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem." - Paulo.
(Efésios, capítulo 4, versículo 29.)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO CRISTO - "FONTE DAS PROVAS DA NATUREZA DO CRISTO" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 03-10-2013

http://youtu.be/WVgq5fZE-ag

EPISÓDIO 06 DE MÉDIUM (1ª TEMPORADA)

http://www.youtube.com/watch?v=386PbO8VlOo

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Propaganda
Escudar-se na humildade constante, ao desenvolver qualquer atividade de propaganda doutrinária, evitando alarde, sensacionalismo, demonstrações publicitárias pretensiosas ou métodos de ação suscetíveis de perturbar a tranqüilidade pública.
Sem orientação segura, não há propaganda produtiva.
Com critério e temperança, estender a propaganda libertadora dos postulados espíritas até ao recesso das penitenciárias e das colônias de isolamento sanitário, sem depreciar crenças ou sentimentos.
Os mais doentes requerem maior ajuda.
Incentivar o intercâmbio fraterno entre as pessoas e as organizações doutrinárias, através de cartas e publicações, livros e mensagens, visitas e certames especializados, buscando a unificação das tarefas e o esclarecimento comum.
A permuta de experiências equilibra o progresso geral.
Pelo rádio ou pela imprensa leiga, não se estender demasiadamente, a fim de não afastar o aprendiz incipiente.
A Doutrina deve ser ministrada em pequenas porções.
Para não se desviar das finalidades espíritas, selecionar, com ponderação e bom senso, os meios usados na propaganda, mormente aqueles que se relacionem com atividades comerciais ou mundanas.
Torna-se inútil a elevação dos objetivos, sempre que haja rebaixamento moral nos meios.
Usar com prudência ou substituir toda expressão verbal que indique costumes, práticas, idéias políticas, sociais ou religiosas, contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural, milagre e outras, preferindo-se, em qualquer circunstância, o uso da terminologia doutrinária pura.
Uma palavra inadequada pode macular a bandeira mais nobre.
Arredar de si qualquer ansiedade, no tocante à modificação rápida do ponto de vista dos companheiros.
A fé significa um prêmio da experiência.
Conquanto precisemos batalhar incansavelmente no esclarecimento geral, usando processos justos e honestos, não esquecer que a propaganda principal é sempre aquela desenvolvida pelos próprios atos da criatura, através da exemplificação eloquente de nossa reforma íntima, nos padrões do Evangelho. A Doutrina-Espírita prescinde do proselitismo de ocasião.

"É necessário que Ele cresça e que eu diminua." - João Batista.
(João, capítulo 3, versículo 30.)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES VISUAIS - BETH ROSADO - 02-10-2013

http://youtu.be/Lp4AuAdpROY

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 02-10-2013

http://youtu.be/keCghhadGTo

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Obra Assistencial
Pelo menos uma vez por semana, cumprir o dever de dedicar-se à assistência, em favor dos irmãos menos felizes, visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados.
Quem ajuda hoje, amanhã será ajudado.
Prestar serviço espiritual e material nas casas assistenciais de internação coletiva, sem perceber remunerações e sem criar constrangimento às pessoas auxiliadas.
Só impõe restrições ao bem quem se acomoda com o mal.
Na casa assistencial de caráter espírita, alimentar a simplicidade doutrinária, desistindo da exibição de quaisquer objetos, construções ou medidas que expressem o supérfluo ou luxo.
O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas.
Viver em familiaridade respeitosa com todos, desde o servo menor até o dirigente mais responsável e categorizado, nos lares e escolas, hospitais e postos de socorro fraterno.
A humildade assegura a visita contínua dos Emissários do Senhor.
Jamais reter, inutilmente, excessos no guarda-roupa e na despensa, objetos sem uso e reservas financeiras que podem estar em movimento nos serviços assistenciais.
Não há bens produtivos em regime de estagnação.
Converter em socorro ou utilidades, para os menos felizes, relíquias e presentes, jóias e lembranças
afetivas de familiares e amigos desencarnados, ciente de que os valores materiais sem proveito, mantidos em nome daqueles que já partiram, representam para eles amargo peso na consciência.
Posse inútil, grilhão mental.
Seja qual for o pretexto, nunca permitir que as instituições espíritas venham a depender econômica, moral ou juridicamente de pessoa ou organização meramente política, de modo a evitar que sejam prejudicadas em sua liberdade de ação e em seu caráter impessoal.
A obra espírita cristã não se compadece com qualquer cativeiro.
Sempre que os movimentos doutrinários, em particular os de assistência social, envolvam a aceitação de muitos donativos, apresentar periodicamente os quadros estatísticos dos recebimentos e distribuições, como satisfação justa e necessária aos cooperadores.
O desejo de acertar aumenta o crédito de confiança.
Organizar a diretoria e o corpo administrativo das instituições assistenciais exclusivamente com aqueles companheiros que se eximam de perceber ordenados, laborando apenas com finalidade cristã, gratuitamente.
O trabalho desinteressado sustenta a dignidade e o respeito nas boas obras.

"E quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus, o Pai." - Paulo.
(Colossenses, capítulo 3, versículo 17.)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - ESTUDO DA FOTOGRAFIA E DA TELEGRAFIA DO PENSAMENTO (5) - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 01-10-2013

http://youtu.be/teKh3k_HhdY

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

No Templo
 Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões, sem provocar alarido ou perturbações.
O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores.
Dedicar a melhor atenção aos doutrinadores, sem conversação, bocejo ou tosse bulhenta, para que seja mantido o justo respeito ao lar da oração.
Os atos da criatura revelam-lhe os propósitos.
Evitar aplausos e manifestações outras, as quais, apesar de interpretarem atitudes sinceras, por vezes geram desentendimentos e desequilíbrios vários.
O silêncio favorece a ordem.
Com espontaneidade, privar-se dos primeiros lugares no auditório, reservando-os para visitantes e pessoas fisicamente menos capazes.
O exemplo do bem começa nos gestos pequeninos.
Coibir-se de evocar a presença de determinada entidade, no curso das sessões, aceitando, sem exigência, os ditames da Esfera Superior no que tange ao bem geral.
A harmonia dos pensamentos condiciona a paz e o progresso de todos.
Acostumar-se a não confundir preguiça ou timidez com humildade, abraçando os encargos que lhe couberem, com desassombro e valor.
A disposição de servir, por si só, já simplifica os obstáculos.
Desaprovar a conservação de retratos, quadros, legendas ou quaisquer objetos que possam ser tidos na conta de apetrechos para ritual, tão usados em diversos meios religiosos.
Os aparatos exteriores têm cristalizado a fé em todas as civilizações terrenas.
Oferecer a tribuna doutrinária apenas a pessoas conhecidas dos irmãos dirigentes da Casa, para não acumpliciar-se, inadvertidamente, com pregações de princípios estranhos aos postulados espíritas.
Quem se ilumina, recebe a responsabilidade de preservar a luz.            
Nas reuniões doutrinárias, jamais angariar donativos por meio de coletas, peditórios ou vendas de tômbolas, à vista dos inconvenientes que apresentam, de vez que tais expedientes podem ser tomados à conta de pagamento por benefícios.
A pureza da prática da Doutrina Espírita deve ser preservada a todo o custo.

"Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." - Jesus.

(Mateus, 18:21.)

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - CAP.24 - "IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 30-09-2013

http://youtu.be/oU5E_ytJ7kE

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Nos Embates Políticos
Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.
Só o Espírito possui eternidade.
Distanciar-se do partidarismo extremado.
Paixão em campo, sombra em torno.
Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política,
nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é caminho para o acerto.
Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.
Não comerciar com o voto dos companheiros de Ideal, sobre quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para mercado humano.
Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.
Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.
A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum  da política humana.

"Nenhum servo pode servir a dois senhores." - Jesus.
(Lucas, capítulo 16, versículo 13.)

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Nos Embates Políticos
Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.
Só o Espírito possui eternidade.
Distanciar-se do partidarismo extremado.
Paixão em campo, sombra em torno.
Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política,
nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é caminho para o acerto.
Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.
Não comerciar com o voto dos companheiros de Ideal, sobre quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para mercado humano.
Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.
Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.
A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum  da política humana.

"Nenhum servo pode servir a dois senhores." - Jesus.
(Lucas, capítulo 16, versículo 13.)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "FÉ INOPERANTE" - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 27-09-2013

http://youtu.be/xiGCrSdNsss

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

Na Sociedade
                                               Desistir de somente aparentar propósitos de evangelização, mas reformar-se efetivamente no campo moral, não se submetendo a qualquer hábito menos digno, ainda mesmo quando consagrado por outrem.
A evolução requer da criatura a necessária dominação sobre o meio em que nasceu.
Perdoar sempre as possíveis e improcedentes desaprovações sociais à sua fé, confessando, quando preciso for, a sua qualidade religiosa, principalmente através da boa reputação e da honradez que lhe exornam o caráter.
Cada Espírito responde por si mesmo.
Libertar-se das injunções sociais que funcionem em detrimento da fé que professa e desapegar-se do "desculpismo" sistemático com que possa acomodar-se a qualquer atitude menos feliz.
A negligência provoca desperdícios irreparáveis.
Afastar-se dos lugares viciosos com discrição e prudência, sem crítica, nem desdém, somente relacionando-se com eles para emprestar-lhes colaboração fraterna a favor dos necessitados.
O cristão sabe descer à furna do mal, socorrendo-lhe as vítimas.
Em injunção alguma, considerar ultrapassadas ou ridículas as práticas religiosas naturais do Espiritismo, como meditar, orar ou pregar.
A Doutrina Espírita é uma só em todas as circunstâncias.
Tributar respeito aos companheiros que fracassaram em tarefas do coração.
Há lutas e dores que só o Juiz Supremo pode julgar em sã consciência.
Atender aos supostos felizes ou infelizes, cultos e incultos, com respeito e bondade, distinção e cortesia.
A condição social é apenas apresentação passageira e todos os papéis são permutáveis na sucessão das existências.

"Sigamos, pois, as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns para com os outros." - Paulo. 
(1ª epístola aos romanos, capítulo 14, versículo 19.)

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

TEMA LIVRE - PERGUNTAS E RESPOSTAS - JDE - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 26-09-2013

http://youtu.be/Gdx7w51M-rc

LIVRO CONDUTA ESPÍRITA - WALDO VIEIRA E CHICO XAVIER POR ANDRÉ LUIZ

No Trabalho
                                            Desde que se encontre em condições orgânicas favoráveis, dedicar-se ao exercício constante de uma profissão nobre e digna.
O engrandecimento da vida exige o tributo individual ao trabalho.
Situar em posições distintas as próprias tarefas diante da família e da profissão, da doutrina que abraça e da coletividade a que deve servir, atendendo a todas as obrigações com o necessário equilíbrio.
O dever, lealmente cumprido, mantém a saúde da consciência.
Examinar os temas de serviço que lhe digam respeito, para não estagnar os próprios recursos na irresponsabilidade destrutiva ou na rotina perniciosa.
Da busca incessante de perfeição, procede a competência real.
Ajudar aos colegas de trabalho e compreendê-los, contribuindo para a honorabilidade daclasse a que pertença.
O espírita responde por sua qualificação nos múltiplos setores da experiência.
Cultuar a caridade nas tarefas profissionais, inclusive naquelas que se refiram às transações do comércio.
O utilitarismo humano é uma ilusão como as outras.
Jamais prevalecer-se das possibilidades de que disponha no movimento espírita para favoritismos e vantagens na esfera profissional.
Quem engana a própria fé, perde a si mesmo.
Em nenhuma ocasião, desprezar as ocupações de qualquer natureza, desde que nobres e úteis, conquanto humildes e anônimas.
O trabalho recebe valor pela qualidade dos seus frutos.

"Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." – Jesus. (João, capítulo 5, versículo 17.)