sexta-feira, 16 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS - DUPLA VISTA - EXPOSITORA: BETH ROSADO - 16-08-2013

http://youtu.be/7UUT8fjf9Wg

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "ERGUER E AJUDAR " - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 16-08-2013

http://youtu.be/E7v5pvL41-8

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

A POSSE DO REINO


       “Confirmando os ânimos dos dis­cípulos, exortando-os a permanecer na fé, e dizendo que por muitas tri­bulações nos importa entrar no reino de Deus.” — (ATOS, CAPÍTULO 14, VERSÍCULO 22.)

O Evangelho a ninguém engana, em seus ensi­namentos.
É vulgar a preocupação dos crentes tentando subornar as forças divinas. Não será, no entanto, ao preço de muitas missas, muitos hinos ou muitas ses­sões psíquicas que o homem efetuará a sublime aqui­sição de espiritualidade excelsa.
Naturalmente, toda prática edificante deve ser aproveitada por elemento de auxilio, no entanto, com­pete a cada individualidade humana o esforço ilumi­nativo.
A Boa Nova não distribui indulgências a preço do mundo e a criatura encontra inúmeros caminhos para a ascensão.

Templos e instrutores se multiplicam e cada qual oferece parcelas de socorro ou assistência, no serviço de orientação; contudo, a entrada e posse na herança eterna se verificará através de justos testemunhos.

Isto não é acidental. É medida lógica e neces­sária.
Não se improvisam estátuas raras, sem golpes de escopro, como não se colhe trigo sem campo lavrado.
Não poucos aprendizes costumam interpretar certas advertências do Evangelho por excesso de exortação ao sofrimento, no entanto, o que lhes pa­rece obsessão pela dor é imperativo de educação da alma para a vida imperecível.
Homem algum encontrará o estuário infinito das energias divinas, sem o concurso das tribulações da Terra.
Personalidade sem luta, na Crosta Planetária, é alma estreita. Somente o trabalho e o sacrifício, a dificuldade e o obstáculo, como elementos de pro­gresso e auto-superação, podem dar ao homem a verdadeira notícia de sua grandeza.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DOS HOMENS DUPLOS E DAS APARIÇÕES DE PESSOAS VIVAS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 15-08-2013

http://youtu.be/nvFh652qJCs

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

GOVERNO INTERNO

       “Antes subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pre­gando aos outros, eu mesmo não venha de algum modo a ficar repro­vado.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 9, VERSÍCULO 27.)

Efetivamente, o corpo é miniatura do Universo.
É imprescindível, portanto, saber governá-lo. Representação em material terrestre da personalidade espiritual, é razoável esteja cada um atento às suas disposições. Não é que a substância passiva haja adquirido poder superior ao da vontade humana, todavia, é imperioso reconhecer que as tendências inferiores procuram subtrair-nos o poder de domínio.
É indispensável esteja cada homem em dia com o governo de si mesmo.
A vida interior, de alguma sorte, assemelha-se à vida de um Estado. O espírito assume a auto-chefia, auxiliado por vários ministérios, quais os da reflexão, do conhecimento, da compreensão, do respeito e da ordem. As idéias diversas e simultâneas constituem apelos bons ou maus do parlamento íntimo. Existem, no fundo de cada mente, extensas potencialidades de progresso e sublimação, reclamando trabalho.
O governador supremo que é o espírito, no cos­mo celular, redige leis benfeitoras, mas nem sempre mobiliza os órgãos fiscalizadores da própria vontade. E as zonas inferiores continuam em antigas desor­dens, não lhes importando os decretos renovadores que não hostilizam, nem executam. Em se verificando semelhante anomalia, passa o homem a ser um enig­ma vivo, quando se não converte num cego ou num celerado.
Quem espera vida sã, sem autodisciplina, não se distancia muito do desequilíbrio ruinoso ou total.

É necessário instalar o governo de nós mesmos em qualquer posição da vida. O problema fundamen­tal é de vontade forte para conosco, e de boa-vontade para com os nossos irmãos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - "DA OBSESSÃO" - POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 14-08-2013

http://youtu.be/OChWx20vElw

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

O FILHO EGOÍSTA


       “Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo, há tantos anos, sem jamais transgredir um manda­mento teu, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos.” — (LUCAS, CAPÍTULO 15, VERSÍCULO 29.)

A parábola não apresenta somente o filho pró­digo. Mais aguçada atenção e encontraremos o filho egoísta.
O ensinamento velado do Mestre demonstra dois extremos da ingratidão filial. Um reside no esbanja­mento; o outro, na avareza. São as duas extremidades que fecham o círculo da incompreensão humana.
De maneira geral, os crentes apenas enxergaram o filho que abandonou o lar paterno, a fim de viver nas estroinices do escândalo, tornando-se credor de todas as punições; e raros aprendizes conseguiram fixar o pensamento na conduta condenável do irmão que permanecia sob o teto familiar, não menos pas­sível de repreensão.
Observando a generosidade paterna, os senti­mentos inferiores que o animam sobem à tona e ei-lo na demonstração de sovinice.
Contraria-o a vibração de amor reinante no am­biente doméstico; alega, como autêntico preguiçoso, os anos de serviço em família; invoca, na posição de crente vaidoso, a suposta observância da Lei Divina e desrespeita o genitor, incapaz de partilhar-lhe o justo contentamento.
Esse tipo de homem egoísta é muito vulgar nos quadros da vida. Ante o bem-estar e a alegria dos outros, revolta-se e sofre, através da secura que o aniquila e do ciúme que o envenena.

Lendo a parábola com atenção, ignoramos qual dos filhos é o mais infortunado, se o pródigo, se o egoísta, mas atrevemo-nos a crer na imensa infelici­dade do segundo, porque o primeiro já possuía a bênção do remorso em seu favor. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DA OBSESSÃO E DA POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 13-08-2013

http://youtu.be/Pny_dzSE7PI

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

CÉU COM CÉU


       “Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não penetram nem roubam.” — Jesus. (MATEUS, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 20.)

Em todas as fileiras cristãs se misturam ambi­ciosos de recompensa que presumem encontrar, nes­sa declaração de Jesus, positivo recurso de vingança contra todos aqueles que, pelo trabalho e pelo devo­tamento, receberam maiores possibilidades na Terra.
O que lhes parece confiança em Deus é Ódio disfarçado aos semelhantes.
Por não poderem açambarcar os recursos finan­ceiros à frente dos olhos, lançam pensamentos de critica e rebeldia, aguardando o paraíso para a des­forra desejada.
Contudo, não será por entregar o corpo ao labo­ratório da natureza que a personalidade humana encontrará, automaticamente, os planos da Beleza Resplandecente.
Certo, brilham santuários imperecíveis nas esfe­ras sublimadas, mas é imperioso considerar que, nas regiões imediatas à atividade humana, ainda encon­tramos imensa cópia de traças e ladrões, nas linhas evolutivas que se estendem além do sepulcro.
Quando o Mestre nos recomendou ajuntássemos tesouros no céu, aconselhava-nos a dilatar os valo­res do bem, na paz do coração. O homem que adquire fé e conhecimento, virtude e iluminação, nos recessos divinos da consciência, possui o roteiro celeste. Quem aplica os princípios redentores que abraça, acaba conquistando essa carta preciosa; e quem trabalha diariamente na prática do bem, vive amontoando ri­quezas nos Cimos da Vida.
Ninguém se engane, nesse sentido.
Além da Terra, fulgem bênçãos do Senhor nos Páramos Celestiais, entretanto, é necessário possuir luz para percebê-las.
É da Lei que o Divino se identifique com o que seja Divino, porque ninguém contemplará o céu se acolhe o inferno no coração.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO DOS MÉDIUNS - DA OBSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 12-08-2013

http://youtu.be/YuT9RVGrO94

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

CONTRA A INSENSATEZ

       “Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?” — Paulo. (GÁLATAS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 3.)

Um dos maiores desastres no caminho dos discípulos é a falsa compreensão com que iniciam o esforço na região superior, marchando em sentido inverso para os círculos da inferioridade. Dão, assim, a ideia de homens que partissem à procura de ouro, contentando-se, em seguida, com a lama do charco.
Semelhantes fracassos se fazem comuns, nos vários setores do pensamento religioso.
Observamos enfermos que se dirigem à espiritualidade elevada, alimentando nobres impulsos e tomados de preciosas intenções; conseguida a cura, porém, refletem na melhor maneira de aplicarem as vantagens obtidas na aquisição do dinheiro fácil. Alguns, depois de auxiliados por amigos das esferas sublimadas, em transcendentes questões da vida eterna, pretendem atribuir a esses mesmos benfeitores a função de policiais humanos, na pesquisa de objetivos menos dignos.
Numerosos aprendizes persistem nos trabalhos do bem; contudo, eis que aparecem horas menos favoráveis e se entregam, inertes, ao desalento, reclamando prêmio aos minguados anos terrestres em que tentaram servir na lavoura do Mestre Divino e plenamente despreocupados dos períodos multimilenários em que temos sido servidos pelo Senhor.
Tais anomalias espirituais que perturbam consideravelmente o esforço dos discípulos procedem dos filtros venenosos compostos pelos pruridos de recompensa.
Trabalhemos, pois, contra a expectativa de retribuição, a fim de que prossigamos na tarefa começada, em companhia da humildade, portadora de luz imperecível.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

LIVRO DOS ESPÍRITOS - SONAMBULISMO - BETH ROSADO - 09-08-2013


http://youtu.be/T2tLyZWk4o0

O EVANGELHO NO LAR - LIVRO FONTE VIVA - "A BOA PARTE " - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 09-08-2013

http://youtu.be/sUWgsxvGNPE

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

OS CONTRÁRIOS

       “Que diremos pois à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” — Paulo. (ROMANOS, CAPÍTULO 8, VERSÍCULO 31.)

A interrogação de Paulo ainda representa pre­cioso tema para a comunidade evangélica dos dias que correm.
Perante nosso esforço desdobra-se campo imen­so, onde o Mestre nos aguarda a colaboração re­soluta.
Muitas vezes, contudo, grande número de compa­nheiros prefere abandonar a construção para disputar com malfeitores do caminho.
Elementos adversos nos cercam em toda parte.
Obstáculos inesperados se desenham ante os nossos olhos aflitos, velhos amigos deixam-nos a sós, situações favoráveis, até ontem, são metamorfosea­das em hostilidades cruéis.
Enormes fileiras de operários fogem ao perigo, temendo a borrasca e esquecendo o testemunho.
Entretanto, não fomos situados na obra a fim de nos rendermos ao pânico, nem o Mestre nos enviou ao trabalho com o objetivo de confundir-nos através de experiências dos círculos exteriores.
Fomos chamados a construir.
Naturalmente, deveremos contar com as mil even­tualidades de cada dia, suscetíveis de nascer das for­ças contrárias, dificultando-nos a edificação; nosso dia de luta será assediado pela perturbação e pela fadiga. Isto é inevitável num mundo que tudo espera do cristão genuíno.
Em razão de semelhante imperativo, entre amea­ças e incompreensões da senda, cabe-nos indagar, bem-humorados, à maneira do apóstolo aos gentios: 

— “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

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ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DA OBSESSÃO E DA POSSESSÃO - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 08-08-2013

http://youtu.be/6lySRLOuywk

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

NÃO TROPECEMOS

       “Jesus respondeu: Não há doze horas no dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque vê a luz des­te mundo.” — (JOÃO, CAPÍTULO 11, VERSÍCULO 9.)

O conteúdo da interrogativa do Mestre tem vasta significação para os discípulos da atualidade.
“Não há doze horas no dia?”
Conscientemente, cada qual deveria inquirir de si mesmo em que estará aplicando tão grande ca­bedal de tempo.
Fala-se com ênfase do problema de desempre­gados na época moderna. Entretanto, qualquer crise nesse sentido não resulta da carência de trabalho e, sim, da ausência de boa vontade individual.
Um inquérito minucioso nesse particular revela­ria a realidade. Muita gente permanece sem atividade por revolta contra o gênero de serviço que lhe é oferecido ou por inconformação, em face dos salários.
Sobrevém, de imediato, o desequilíbrio.
A ociosidade dos trabalhadores provoca a vigi­lância dos mordomos e as leis transitórias do mundo refletem animosidade e desconfiança.
Se os braços estacionam, as oficinas adormecem. Ocorre o mesmo nas esferas de ação espiritual. Quantos aprendizes abandonam seus postos, ale­gando angústia de tempo? quantos não se transferem para a zona da preguiça, porque aconteceu isso ou aquilo, em pleno desacordo com os princípios supe­riores que abraça?
E, por bagatelas, grande número de servidores vigorosos procuram a retaguarda cheia de sombras. Mas aquele que conserva acuidade auditiva ainda escuta com proveito a palavra do Senhor: 

       - Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia não tropeça.”

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

LIVRO DOS MÉDIUNS - MANIFESTAÇÕES FÍSICAS EXPONTÂNEAS - BETH ROSADO - 07-08-2013

http://youtu.be/6mQT-ZgSZTA

LIVRO DOS MÉDIUNS - DA MEDIUNIDADE DOS ANIMAIS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 07-08-2013


http://youtu.be/D8oks9N4Xdg

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

DE QUE MODO?

       “Que quereis? irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?” — Paulo. 
(1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 4, VERSÍCULO 21.)

Por vezes, o apóstolo dos gentios, inflamado de sublimes inspirações, trouxe aos companheiros in­terrogativas diretas, quase cruéis, se consideradas tão-somente em sentido literal, mas portadoras de realidade admirável, quando vistas através da luz im­perecível.
Em todas as casas cristãs vibram irradiações de amor e paz. Jesus nunca deixou os seguidores fiéis esquecidos, por mais separados caminhem no terreno das interpretações.
Emissários abnegados do devotamento celestial espalham socorro santificante em todas as épocas da Humanidade. A História é demonstração dessa verdade inconteste.
A nenhum século faltaram missionários legítimos do bem.
Promessas e revelações do Senhor chegam aos portos do conhecimento, através de mil modos.
Os aprendizes que ingressaram nas fileiras evan­gelicas, portanto, não podem alegar ignorância de objetivo a fim de esconderem as próprias falhas. Cada qual, no lugar que lhe compete, já recebeu o progra­ma de serviço que lhe cabe executar, cada dia. Se fogem ao trabalho e se escapam ao testemunho, de­vem semelhante anomalia à própria vontade para­lítica.
Eis por que é possível surja um momento em que o discípulo ocioso e pedinchão poderá ouvir o Mestre, sem intermediários, exclamando de igual modo: 
— “Que quereis? irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?”

terça-feira, 6 de agosto de 2013

ESTUDO DO LIVRO OBRAS PÓSTUMAS - DOS MÉDIUNS - ANDRÉ LUIZ (ZECH) - 06-08-2013

http://youtu.be/xQcy5UE3bLs

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

NINGUÉM SE RETIRA


       “Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? tu tens as palavras da vida eterna.” — (JOÃO, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 68.)

A medida que o Mestre revelava novas carac­terísticas de sua doutrina de amor, os seguidores, então numerosos, penetravam mais vastos círculos no domínio da responsabilidade.
Muitos deles, em razão disso, receosos do dever que lhes caberia, afastaram-se, discretos, do cenáculo acolhedor de Cafarnaum.
O Cristo, entretanto, consciente das obrigações de ordem divina, longe de violar os princípios da liberdade, reuniu a pequena assembléia que restava e interrogou aos discípulos: 
        - Também vós quereis retirar-vos?
        - Foi nessa circunstância que Pedro emitiu a res­posta sábia, para sempre gravada no edifício cristão.
Realmente, quem começa o serviço de espiri­tualidade superior com Jesus jamais sentirá emoções idênticas, a distância d'Ele. A sublime experiência, por vezes, pode ser interrompida, mas nunca aniqui­lada. Compelido em várias ocasiões por impositivos da zona física, o companheiro do Evangelho sofrerá acidentes espirituais submetendo-se a ligeiro esta­cionamento, contudo, não perderá definitivamente o caminho.
Quem comunga efetivamente no banquete da re­velação cristã, em tempo algum olvidará o Mestre amoroso que lhe endereçou o convite.
Por este motivo, Simão Pedro perguntou com muita propriedade: 
—   Senhor, para quem iremos nós?

        É que o mundo permanece repleto de filósofos, cientistas e reformadores de toda espécie, sem dúvida respeitáveis pelas concepções humanas avançadas de que se fazem pregoeiros; na maioria das situações, todavia, não passam de meros expositores de pala­vras transitórias, com reflexos em experiências efê­meras. Cristo, porém, é o Salvador das almas e o Mestre dos corações e, com Ele, encontramos os roteiros da vida eterna.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

LIVRO PÃO NOSSO - CHICO XAVIER POR EMMANUEL

É O MESMO

       “Pois o mesmo Pai vos ama.” —Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 16, VERSÍCULO 27.)

       Ninguém despreze os valores da confiança.
       Servo algum fuja ao benefício da cooperação. Quem hoje pode dar algo de útil, precisará possivelmente amanhã de alguma colaboração essencial.
       Todavia, por enriquecer-se alguém de fraternidade e fé, não olvide a necessidade do desenvolvimento infinito no bem.
       Os obreiros sinceros do Evangelho devem operar contra o favoritismo pernicioso.
       A lavoura divina não possui privilegiados. Em suas seções numerosas, há trabalhadores mais devotados e mais fiéis; contudo, esses não devem ser categorizados à conta de fetiches e, sim, respeitados e imitados por símbolos de lealdade e serviço.
Criar ídolos humanos é pior que levantar estátuas destinadas à adoração. O mármore é impassível mas o companheiro é nosso próximo de cuja condição ninguém deveria abusar.
Pague cada homem o tributo de esforço próprio à vida.
O Supremo Senhor espera de nós apenas isto, a fim de converter-nos em colaboradores diretos.
O próprio Cristo afirmou que o mesmo Pai que o distingue ama igualmente a Humanidade.
O Deus que inspira o médico é o que ampara o doente.
Não importa que asiáticos e europeus o designem sob nomes diferentes.
Invariavelmente é o mesmo Pai.
Conservemos, pois, a luz da consolação, a bênção do concurso fraterno, a confiança em nossos Maiores e a certeza na proteção deles; contudo, não olvidemos o dever natural de seguir para o Alto, utilizando os próprios pés.